<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315</id><updated>2011-12-01T20:43:20.212Z</updated><title type='text'>COACHING APPROACH</title><subtitle type='html'>Reflexão e divulgação do conhecimento no ténis...em português...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>34</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-7560300486791092455</id><published>2009-04-13T23:35:00.002+01:00</published><updated>2009-04-13T23:40:49.368+01:00</updated><title type='text'>Jogar Ténis ou Trabalhar Ténis</title><content type='html'>O ténis Nacional vive neste momento um momento muito bom devido ao sucesso de alguns projectos individuais de características muito especiais que estão a dar cada vez mais notoriedade ao ténis Nacional além fronteiras. As marcas desportivas e os agentes estão com os olhos cada vez mais atentos ao que começa a sair do nosso país devido a visibilidade desses mesmos exemplos. Mas será que isto é reflexo da realidade do nosso ténis? Quantos atletas temos nós na "traseiras" dos que estão neste momento a dar nas vistas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ténis é uma modalidade mundializada e que envolve muito capital a nível mundial. É um dos únicos desportos que abre portas tanto na vertente masculina como na feminina, sendo que é o único desporto que tem um homem e uma mulher na lista dos 10 atletas mais bem pagos do mundo em todos os desportos - Federer com cerca de 23 milhões e Sharapova com 18 milhões de dolares apenas no ano de 2008. Sendo que Sharapova é a atleta mais bem paga do mundo em qualquer deporto e a única desportista dentro desta lista...sendo que o pódio feminino é todo do ténis.No mundo todo, e principalmente em países e em famílias com mentalidade mundializada, há quem esteja disposto ao que seja necessário para atingir estes objectivos. Um atleta de top 150 em masculinos e de top 80 em femininos ganha já muito acima de quase qualquer profissão na maior parte do mundo, e tem a oportunidade de ter experiências fantásticas em todo o mundo viajando e participando nos melhores torneios com as melhores condições possíveis. Com a mediatização que consegue no seu país e no mundo, abre-lhe um conjunto de opções a nível mundial quando termina a carreira. Um atleta juvenil que atinja o top 50 mundial de juniores tem regalias muito semelhantes a um atleta de top senior, sendo que apenas não recebe prize-money. No entanto, há já contractos de verbas elevadas com marcas desportivas como a Nike, a Adidas, a Wilson, a Prince, e todas aquelas que têm impacto mundial e que podem vir a retirar lucros altos de uma "explosão" de um atleta no circuito profissional. Tem estadia nos principais torneios do mundo de juniores, e se for um dos melhores mundiais (em que vejam talento para ir mais longe), recebe já patrocínios que lhe custeam as viagens todas num projecto individual, bem como os custos do treinador particular de alto nível que geralmente é bastante caro e é a principal despesa nestas idades (e em quase qualquer idade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bons atletas juvenis que não conseguem ou não querem apostar profissionalmente (ou que não têm condições), podem ganhar bolas de estudo para algumas das melhores universidades nos EUA com os cursos todos pagos, jogando em simultâneo a um nível bastante elevado e podendo seguir carreira após 2 ou 4 anos de curso superior. Foi o caso da Davenport, do James Blake, do Todd Martin, só para citar alguns dos mais conhecidos. Estas bolas equivalem a um investimento na ordem dos 200.000 dolares que é o custo médio de um curso nestas univerisades.O retorno do ténis tanto a nível financeiro como a nível pessoal é enorme, sendo que as experiências que se obtém com ele a este nível são como os anglófonos costuma dizer...priceless!! Qual o impacto num jovem, quando correctamente orientado, de estar a viajar pelo mundo em busca de um sonho, conhecendo as diversas culturas, estabelecendo contactos no mundo inteiro, aperfeiçoando as diversas línguas e vendo e experimentando tudo o que os outros apenas vêm nos livros? Isto são experiências que não têm preço, e que se correctamente orientadas irão reflectir-se positivamente em toda a sua vida, mesmo que venha a seguir outro rumo que não o do ténis profissional.Há países do mundo que já interiorizaram imenso esta perspectiva, e principalmente países que passaram por dificulades muito graves ao longo da sua história mais recente, ou países que devido ao seu percurso histórico têm uma mentalidade de excelência mundial que vem de nascença e passa de pais para filhos de uma forma cultural. A mentalidade que diz que se eu tiver um talento numa actividade que goste, é quase minha obrigação levar esse mesmo talento ao máximo das minhas capacidades. No tour que se realiza no final do ano nos EUA, dá para sentir isto porque apanha os diversos escalões. Neste ano houveram 1300 a 1500 atletas dos vários escalões, e de todos os pontos do mundo, que estavam lá num dos maiores palcos em busca destes objectivos. Não havia um continente que não tivesse os seus melhores atletas lá representados. Atletas em selecções, com treinadores particulares, com pais e treinadores, com pais que eram os treinadores, de academias pelo mundo fora etc. A maioria deles conscientes do que exponho acima, e sabendo que é necessário esforço para vir a conseguir objectivos elevados e rentablizar ao máximo o tempo que passam neste momento dedicados a uma tarefa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há vários atletas que se mudam para os locais onde conseguem encontrar um bom treinador que esteja disposto a apostar nele, há familias inteiras que vão à procura de melhores condições de treino, há outros que fazem empréstimos para poderem contratar os melhores treinadores e equipas de treino para que os filhos possam tentar com o máximo de condições, etc, etc, etc. Todos conhecemos a história do Marat Safin, que aos 11/12 anos chegou a Valência SOZINHO com as malas porque queria treinar para ser profissional, ou dos pais da Maria Sharapova que chegaram aos EUA praticamente sem nada mas que se mudaram para que a filha pudesse treinar em condições, e muitos outros casos do género que quem anda no circuito juvenil sabe que se passam. A nossa própria Michelle, que a família se mudou toda para a Florida para lhe dar condições de explorar todo o seu potencial. Será que em Portugal temos essa mentalidade? Pergunto-me quantas são as famílias que vão à procura das melhores condições de treino onde quer que elas estejam? Quantos são so atletas de 12 anos que estariam dispostos a estudar pela internet para treinar de manhã e de tarde num grupo da idade deles tendo em vista a procura de um objectivo a longo prazo, e quantos seriam os pais que estariam dispostos a aceitar uma situação destas para os seus filhos? Quantos seriam os miúdos de 12/13/14 que estão dispostos a deixar de ver o ténis apenas como uma brincadeira, e estarem dispostos a trabalhar ténis? Preocuparem-se com a sua alimentação? Fazerem preparação física todos os dias adequada à idade? Treinar 4 ou 5 horas por dia 5 a 6 vezes por semana? Fazer treinos particulares para trabalho de aspectos específicos de jogo com várias repetições em busca da "perfeição" que sabemos que nunca atingímos? Abdicar de grande parte da vida social fora do ténis de modo a procurar um objectivo? Passar um mínimo de 20 semanas fora de Portugal em torneios internacionais, mais estágios etc? E quantos treinadores estariam dispostos a fazer este tipo de apostas, que exigem estudo e actualização constante do que de melhor se faz no mundo e um nível de entrega elevado com a responsabilidade de viajar com filhos de outros para fora do país? E quantos treinadores temos em Portugal capazes de o fazer com qualidade? Em Portugal, nos poucos projectos privados que existem com estes objectivos, os atletas ficam geralmente muito isolados porque contam-se pelos dedos das mãos aqueles que estão a tentar seguir um percurso profissionalizante nesta modalidade. Como se isto não fosse duro o suficiente, a mentalidade negativa e invejosa que caracteriza o nosso país em diversas situações faz com que uma das motivações do jovem para a modalidade - o reconhecimento - seja muito complicado de gerir, visto que ele é praticamente inexistente no pais em que vivemos. Em vez de valorizarmos aqueles que estão a tentar fazer algo de diferente com todos os aspectos acima mencioandos, temos tendência em ir buscar as coisas que a nosso entender estão mal no projecto em causa, e de soltar cá para fora todas as nossas invejas. Isto pode rebentar a motivação de muitos jovens atletas que ao estarem a fazer um esforço pessoal elevado, com cargas emocionais elevadas que existem num projecto de alta-competição, sentindo o esforço financeiro que os pais fazem e não tendo muitos colegas ao lado a fazer o mesmo (antes pelo contrário), podem-se questionar..."para quê??" Para quê que eu me vou tar a esforçar num país que só sabe é falar mal e não reconhecer as coisas que são bem feitas quando até posso ter uma vida sem chatices e com bastante divertimento?Num país em que o sistema escolar tb não ajuda e que há muito poucos com actividades extra-curriculares (ao contrário de muitos outros países em que é quase obrigatório), e quem estuda pela internet ou por correspondência é um "extraterrestre", um dos principais factores em idades juvenis que é a integração, não está presente, visto que em vez de valorizado, o atleta é olhado como um ser estranho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura de trabalho e de esforço para objectivos a longo prazo não é um dos fortes do nosso país, e esse é um dos aspectos que temos de mudar se queremos evoluir no ténis internacional. O Acreditar, tal como já referi numa das minhas primeiras crónicas, é um dos factores fundamentais, assim como a motivação. A meu ver vêm as duas de mãos dadas. No ténis feminino estes factores são ainda mais relevantes visto que as motivações para a competição individual são ainda mais externas do que no ténis masculino. Se estas não estiverem presentes torna-se ainda mais complicado... Para além disso, penso que no nosso país joga-se cada vez mais ténis, mas ainda se trabalha muito pouco ténis. E isto está decorrente dos factores que expus acima e da falta de consciência sobre o nível de competição internacional que existe. Não é incomum encontrar comportamentos que espelham a falta de noção do que é necessário trabalhar ténis para atingir determinados patamares internacionais. Ainda há alguns anos enquanto seleccionador das camadas jovens e viajando com vários atletas juvenis de topo em Portugal na altura, num determinado torneio apanhei vários atletas a apanhar bebedeiras em conjunto entre dois torneios internacionais de sub 16, ou atletas de sub 14 e sub 16 que é preciso estar a mandá-los para a cama quando têm jogos importantes no dia seguinte, ou o simples facto de toda a gente andar a comer gelados e batatas fritas nos diversos torneios com refrigerantes gaseificados, ou a falta de preocupação com outros muitos aspectos que são vitais para quem tenciona ser jogador, ou pelo menos tentar em condições. Lembro-me de estar no campeonato da europa de sub 16 na Bélgica em 2004, e de estar com o seleccionador de sub 16 femininos de Espanha que acompanhava na altura a Carla Suarez Navarro. Viajámos por mais alguns torneios e europeus juntos tais como a Winter Cup, e alguns ITF's juniores, e comentei com ele que nunca as vi fora do quarto depois das 22h. A eles e a quase todas as que estavam neste tipo de enquadramento. Descontraídas e divertidas mas sempre bem dispostas a fazer tudo o que tinham de fazer sem reclamar relativamente à alimentação, dormidas, treinos, físico, etc... e a Carla treinava na altura individualmente fora de qualquer centro de treino com um treinador particular. Quando estamos inseridos numa realidade em que praticamente ninguém faz determinados tipos de "sacrifícios" em nome de um objectivo a longo prazo, é muito difícil um atleta na adolescência fazê-lo expontaneamente e naturalmente sem que esteja sempre a questão na sua cabeça de "mas só só eu que faço isto?" Daí a importância do atleta ser exposto em idades precoces a ambientes que lhe façam ver que se quiser ser realmente jogador terá de fazer aquilo que os outros todos lá fora também fazem...e perceber que a competição é dura e que exige esforço em todos os patamares de treino...mas que tem diversas recompensas a diversos níveis (profissional, universidade, experiências pessoais). Jogar ténis competitivo e participar em algumas competições como intrumento de formação de personalidade e desenvolvimento saudável é extremamente benéfico a todos os níveis, mas se queremos ter atletas de alto rendimento, o percurso é diferente, e para não dependermos quase do "acaso", é preciso criar uma cultura de "trabalhar ténis" no seio dos nossos melhores jogadores nos diversos escalões e é preciso valorizar aqueles que estejam dispostos a isso, sabendo que estão a investir pessoalmente e financeiramente nessas carreiras e que a gratificação externa é muito importante nestas fases. A meu entender este é um factor vital, e um dos determinantes no sucesso ou insucesso futuro do nosso ténis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;César Coutinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-7560300486791092455?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.bolamarela.com/pt/cronicas.php?ref=13&amp;tit=jogar-tenis-ou-trabalhar-tenis' title='Jogar Ténis ou Trabalhar Ténis'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/7560300486791092455/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=7560300486791092455&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/7560300486791092455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/7560300486791092455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2009/04/jogar-tenis-ou-trabalhar-tenis.html' title='Jogar Ténis ou Trabalhar Ténis'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-683226933959319871</id><published>2009-04-13T23:34:00.000+01:00</published><updated>2009-04-13T23:35:37.237+01:00</updated><title type='text'>O nosso Ténis vive uma vida nova. Estamos preparados para aproveitar?</title><content type='html'>Os resultados internacionais de alguns dos nossos melhores atletas veio dar mais ênfase a um sentimento que me tem acompanhado nos últimos tempos: podemos estar a passar por um momento de viragem no nosso ténis. Por pura coincidência, no dia que escrevo esta crónica, o Frederico Gil faz mais um resultado histórico para o nosso ténis ao atingir a ½ final do ATP de Joanesburgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que Portugal nunca esteve numa posição tão promissora. Para além daqueles que já se afirmaram e dos quais ainda esperamos melhores feitos, como Frederico Gil, Leonardo Tavares ou Rui Machado, temos duas das grandes promessas do ténis mundial: Gastão e Michell. Para além destes, ainda contamos com talentos como João Sousa, Pedro Sousa, Francisco Dias, Miguel Almeida ou Martin Trueva. Se falarmos dos mais novos, poderemos citar o nome de muitos jovens talentosos que bem conheço e com quem tenho tido o privilégio de trabalhar nas selecções nacionais ao longo dos últimos anos, como Barbara Luz., Francisco Ramos, Patrícia Martins, Joana Vale Costa, Maria João Koeller, Vasco Mensurado, Frederico Silva ou Gonçalo Loureiro, para citar apenas alguns. Todos eles já deram provas do seu valor a nível internacional.&lt;br /&gt;Podemos assistir, nos próximos tempos, a um "boom" da modalidade em Portugal caso algum (ou alguns) destes talentos se confirmem como grandes campeões da modalidade. O nascimento de um "estrela" trás inúmeras vantagens para a modalidade decorrentes, logicamente, do enorme mediatismo a que fica sujeita. Esse mediatismo tem como consequência mais investimento por parte das empresas e mais alunos nas nossas escolas de ténis. Para além destas vantagens, existe uma que não é tão visível, mas que é essencial para a criação de novos valores para o futuro: passamos a ter um referencial de sucesso, essencial para a auto-confiança dos nossos atletas, pais e treinadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais é preciso acreditar. E não é fácil acreditar em Portugal! Temos de lutar contra um historial sem muito sucesso e, mais difícil ainda, contra uma forma de estar de muitos dos que envolvem a modalidade, negativista e pouco estimulante para aqueles que diariamente treinam e competem para chegar o mais longe possível. Valorizamos pouco os nossos feitos e temos tendência para nos auto-flagelar com os resultados menos positivos. Muitas vezes elevamos demasiado as expectativas, criando pressão sobre os nossos jovens e deixamos de nos focar naquilo que é essencial: o seu desenvolvimento como jogadores. Pior ainda, é frequente assistirmos a jogadores que passaram ao lado de uma promissora carreira porque o seu processo de desenvolvimento foi hipotecado pela ânsia de resultados imediatos e pela pressão em alcançá-los. Infelizmente, tão depressa temos um "grande campeão" como, às primeiras dificuldades, dizemos que temos mais um "talento perdido". Não nos podemos esquecer que a carreira de qualquer jogador passa por momentos de sucesso e por períodos difíceis, muitas vezes acompanhados de derrotas sucessivas e resultados aquém do esperado. Só aqueles que conseguem ultrapassar estes momentos, podem triunfar. É preciso acreditar, definir o rumo a seguir e não vacilar perante as dificuldades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que os nossos jovens talentos "acreditem" e que em breve possamos comemorar a presença de jogadores portugueses entre os melhores do Mundo, e que todos os agentes da modalidade aproveitem essa oportunidade para desenvolver o ténis em Portugal. Quando falo em desenvolver, refiro-me concretamente ao desenvolvimento estrutural, sustentado em projectos que visem criar bases para a formação de novos valores nas gerações seguintes e que passa essencialmente por um projecto de formação de jogadores, pela certificação dos clubes, pela formação de técnicos e dirigentes, pela angariação de novos parceiros/sponsors para a modalidade e pela criação de condições de excelência para o alto-rendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Felner&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@hotmail.com"&gt;pfelner@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@esdrm.pt"&gt;pfelner@esdrm.pt&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-683226933959319871?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.bolamarela.com/pt/cronicas.php?ref=11&amp;tit=o-nosso-tenis-vive-uma-vida-nova.-estamos-preparados-para-aproveitar?' title='O nosso Ténis vive uma vida nova. Estamos preparados para aproveitar?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/683226933959319871/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=683226933959319871&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/683226933959319871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/683226933959319871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2009/04/o-nosso-tenis-vive-uma-vida-nova.html' title='O nosso Ténis vive uma vida nova. Estamos preparados para aproveitar?'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-8872616520925895111</id><published>2008-11-22T22:11:00.003Z</published><updated>2008-11-23T00:18:42.315Z</updated><title type='text'>Rendimento na Formação ou Formação para o Rendimento?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Factores no percurso do atleta de alto rendimento&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando trabalhamos com atletas nos escalões de formação o nosso enfoque principal deverá ser na evolução do respectivo atleta, e não os resultados imediatos do mesmo. As duas coisas podem andar a par, mas nem sempre são compatíveis principalmente quando falamos de idades precoces. Vejo muitas vezes em todos os países em que estou, atletas, treinadores e pais mais preocupados em ganhar um jogo do que em fazer aquilo que lhes fará ganhar no futuro. Por vezes vejo treinadores e pais a incentivarem os padrões que farão com que esse atleta possa possivelmente ganhar esse mesmo jogo, mas que ao fazê-lo estarão a reforçar e incentivar um comportamento que de certeza que não lhe fará ganhar muitos jogos mais tarde, quando realmente começar a interessar.&lt;br /&gt;O objectivo de todos os circuitos juvenis é o de preparar o melhor possível os jogadores para a entrada no circuito profissional, sendo que para quem quer ser jogador, esse é o circuito que conta na realidade (o profissional). Os resultados nos juvenis têm sempre de ser relativizados, visto que dependem sempre dos factores que levaram os atletas a conseguir os respectivos resultados. Há diversos factores influenciadores, que por vezes não estão directamente relacionados com os aspectos fundamentais do sucesso de um jogador a longo prazo. Pode haver por exemplo factores maturacionais demasiado presentes, o que altera a “verdade” do resultado, ou o número de anos de prática, que de início é bastante relevante, mas que se vai diluíndo com o passar do tempo. No entanto, sempre que isto se passa desta forma, mais tarde, quando todos começarem a chegar à idade adulta, tudo se começa a nivelar, e alguns dos factores perdem importância, havendo outros que assumem maior relevância.&lt;br /&gt;Enquanto treinadores, quando olhamos para um atleta em idade de formação, devemos procurar identificar os factores que podem vir a ser determinantes na performance desse mesmo atleta no futuro, e não guiar-mo-nos apenas pelo resultado que consegue no torneio X ou Y, ou que consegue contra este ou aquele atleta.&lt;br /&gt;Um atleta para conseguir fazer qualquer coisa a nível internacional, para além das diversas capacidades que tem de ter, tanto técnicas, como físicas, tácticas psicológicas, etc, tem de acreditar que é capaz de conseguir atingir objectivos elevados. De modo a que ele tenha essa perspectiva, obviamente que têm de existir resultados mínimos que o mantenham motivado (e a toda a equipa), mas acima de tudo, tem de sentir que se treinar muito e bem, e for exposto nos locais certos, terá potencial para pelo menos igualar com os melhores do mundo da idade. O/a atleta deve ser exposto regularmente a confrontos com os melhores da idade de modo a que cresçam todos juntos e acabem por se puxar uns aos outros. Isto deve ser feito desde as idades mais tenras desde que devidamente enquadrado no processo. E só quem está a gerir o processo é que sabe a razão dos enquadramentos. Apesar de importante em termos motivacionais, não é uma representação ou duas esporádicas numa selecção nacional que vão ser determinantes no “projecto” de um atleta. Há muitos outros factores muito mais relevantes que assumem importancia vital, tais como:&lt;br /&gt;- o desenvolvimento motor adequado em idades precoces&lt;br /&gt;- o desenvolvimento técnico adequado de modo a que o atleta esteja livre de lacunas e “limpo”&lt;br /&gt;- Um projecto que enquadre torneios nacionais e internacionais adequados ao seu desenvolvimento e plano de objectivos definido pela equipa de trabalho&lt;br /&gt;- Conceptualização e execução de um percurso que lhe permita ser mais atraente para patrocínios e atractivo para as empresas de management, que quando bem utilizadas são uma mais valia bastante grande&lt;br /&gt;- Criação no atleta de uma mentalidade global e mundial, vital para o sucesso numa área como o ténis. Não é a pensar em ser o número 1 de Lisboa ou de Portugal que vai conseguir ser jogador. É preciso ter uma perspectiva global do que é necessário para atingir níveis elevados de performance e focar-se no processo e nos objectivos que o levarão a esses mesmos níveis. A sobrevalorização do resultado leva a frustrações elevadas nos atletas, e a uma perspectiva que nem sempre é condutiva ao desenvolvimento adequado. É o mesmo que estarmos a pensar que queremos ser ricos, sem sequer pensarmos o que temos de fazer (e criar um plano exequível) para o conseguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos contactos que temos tido com grandes marcas e empresas de management no ténis ao mais alto nível, apercebemo-nos que os resultados (mesmo a nível de top ITF junior) não são o mais relevante na cabeça e nas escolhas dos “olheiros” dessas mesmas marcas e empresas que andam sempre em busca do próximo “Federer” ou “Nadal”, ou “Sharapova”. Há outros factores que assumem vital relevância para os mesmos:&lt;br /&gt;- limpeza técnica – um atleta tem de estar com um bom nível de eficácia em todos os batimentos principais, e ser capaz de gerar velocidade com um bom nível de precisão&lt;br /&gt;- competitividade – que gostaria de definir pela capacidade de lutar e dar o máximo por todos os pontos independentemente do resultado. Jogadores demasiado focados no resultado têm geralmente dificuldade em se manterem positivos durante um jogo todo&lt;br /&gt;- capacidade e velocidade de aprendizagem – fundamental para poder atingir níveis elevados de performance. Há muita coisa a aprender, e quanto mais depressa o fizer (com qualidade) mais depressa poderá competir ao mais alto nível, e mais valerá o atleta na “bolsa” de contractos publicitários, roupa, raquetes, etc...&lt;br /&gt;- enquadramento técnico – por mais que um atleta apresente capacidades, é pouco provável que tenha os resultados pretendidos se não tiver um enquadramento adequado. Estas empresas querem conhecer qual o enquadramento do mesmo de modo a apresentar garantias de qualidade no desenvolvimento dos factores que são sempre necessários de desenvolver em qualquer idade e nível de jogo&lt;br /&gt;- enquadramento familiar – ter a garantia que os pais têm a perspectiva certa relativamente ao projecto, e que caso sejam igualmente os treinadores (que se passa muito no circuito feminino internacional), apresentem o mínimo de garantias nos factores acima mencionados.&lt;br /&gt;- Características físicas – atletas rápidos, explosivos e com boas características genéticas (que tb podem ser trabalhadas), com uma boa base de capacidades sobre a qual terá de assentar bastante trabalho&lt;br /&gt;- Imagem e personalidade – importante para todas as marcas e agentes, visto que estamos a representar marcas que querem assentar a sua estratégia de marketing em figuras de destaque e carisma, tal como querem que sejam as suas empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao elaborarmos um projecto para a alta-competição é necessário ter em conta todos estes factores e conseguir ter uma visão a longo prazo, sabendo quais as etapas que o atleta deve atingir em cada faixa etária, em todas as suas vertentes de desenvolvimento. Isto tem de ser pensado pela equipa de trabalho, havendo geralmente uma pessoa que está encarregue do mesmo. Grandes projectos têm geralmente um mentor, que funciona como uma espécie de gestor de recursos humanos de todo o projecto e que tem de ter uma visão alargada e mundializada sobre o fenómeno desportivo em geral e tenístico em particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ténis é um desporto individual e os atletas têm de se focar em dar o seu melhor e planear o melhor possível o seu projecto. A aprendizagem individual do atleta num projecto destes quando bem orientada em termos pessoais, é sempre gratificante e estimuladora de inúmeras capacidades que irão servir o atleta/pessoa para o resto da sua vida. Essa é a PRINCIPAL RIQUEZA DO TÉNIS. Quando se quer fazer uma aposta mais séria tendo em vista o profissionalismo, funciona como um investimento em que os riscos financeiros têm de ser medidos e ponderados...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;César Coutinho &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-8872616520925895111?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/8872616520925895111/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=8872616520925895111&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/8872616520925895111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/8872616520925895111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2008/11/rendimento-na-formao-ou-formao-para-o.html' title='Rendimento na Formação ou Formação para o Rendimento?'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-2404411459094635121</id><published>2008-10-20T11:43:00.002+01:00</published><updated>2008-10-21T22:28:21.496+01:00</updated><title type='text'>Reflexão sobre a formação de jogadores em Portugal</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_4sLPVsmRBeU/SP5JMkm10JI/AAAAAAAAAFk/5d84hmtE4p4/s1600-h/P1020303.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259721895149162642" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_4sLPVsmRBeU/SP5JMkm10JI/AAAAAAAAAFk/5d84hmtE4p4/s320/P1020303.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sabemos que a esmagadora maioria dos treinadores trabalham na formação, com crianças e jovens. Sabemos também que a fase mais importante do desenvolvimento do jogador é a sua formação inicial, nomeadamente a nível técnico e táctico. É aqui que muito se decide - uma boa formação de base não garante o sucesso do jogador a médio-longo prazo, mas uma formação deficiente ou incompleta é garantia de insucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que o ténis nacional nunca esteve tão bem servido de técnicos. Existe actualmente em Portugal um sem número de treinadores competentes, motivados e conhecedores da modalidade. Para além disso, podemos constatar uma saudável convivência e partilha de conhecimentos e experiências entre treinadores com diferentes percursos profissionais, o que vem enriquecer ainda mais o nosso ténis. Nunca, como hoje, existiram tantos treinadores no activo com tão vasta experiência como jogadores profissionais, nem tantos treinadores com formação académica superior. Nunca, como hoje, existiram tantos treinadores a viajar e a “beber” o que de melhor se faz lá fora. Também nunca houve, como hoje, tanto interesse pela formação técnica e científica, como podemos constatar nos inúmeros cursos, acções de formação e simpósios realizados em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, é urgente sistematizar este conhecimento e torná-lo acessível e operacional ao maior número possível de técnicos. Para isso, é necessário desenvolver projectos que permitam melhorar ainda mais a qualidade do trabalho que desenvolvemos com os nossos jovens atletas. O desenvolvimento de uma Escola Nacional de Formação de Jogadores, articulada de forma coerente com a formação de treinadores, permitiria que todos falassem a mesma linguagem, tendo por base uma referência comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defendo a criação de um “programa nacional de formação de jogadores” que sirva como linha orientadora do trabalho que desenvolvemos nos clubes com os nossos atletas, e onde estariam contempladas orientações relativas ao trabalho técnico, táctico, físico e mental a desenvolver em cada idade/etapa de desenvolvimento, cargas de treino, orientações relativas à qualidade do treino, programação competitiva, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse “modelo” deveria servir de referência para o trabalho desenvolvido pelos treinadores nos seus clubes e pela FPT ao nível do PNDT e das selecções nacionais juvenis. A sua elaboração deveria ser feita através de uma discussão alargada, constituída por um grupo de trabalho com os melhores técnicos nacionais e, porque não, com a colaboração de técnicos estrangeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos de criar a nossa escola de formação de jogadores, tendo em conta as características normalmente associadas aos nossos atletas (emotivos, sem grande estatura, talentosos) e às especificidades da modalidade em Portugal (pisos diversificados, pouca competitividade interna, país periférico). Podemos constatar que os países mais desenvolvidos no ténis têm o seu modelo de formação e os seus técnicos dominam esse modelo e trabalham de acordo com o mesmo. Não é por acaso que os jogadores franceses (país com mais jogadores no top 100 ATP) são geralmente muito bons tecnicamente e completos em termos tácticos, constituindo o chamado “jogador completo”; os espanhóis são muito fortes física e mentalmente e dominam o jogo de fundo do campo; os croatas possuem um jogo agressivo baseado num excelente serviço e os australianos dominam o serviço e a rede. Estes países, apesar de terem um modelo de formação de jogadores bastante enraizado, têm a capacidade de o adaptar à individualidade de cada jogador. Por esta razão, temos jogadores como Lleiton Hewit que, com o seu estilo mais defensivo ou de contra-ataque, se afasta do padrão-tipo do jogador australiano ou Feliciano Lopez, com um estilo de jogo muito baseado no serviço e num jogo de rede eficiente, algo atípico no ténis espanhol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sucesso nos escalões de formação é um bom indicador e dá-nos esperança para o futuro. No entanto, estes resultados correspondem ao princípio de um longo caminho. Não devemos formar jogadores para ter sucesso nos escalões de formação. Se tiverem, melhor, mas a preocupação principal deverá sempre passar pelo desenvolvimento dos requisitos necessários para mais tarde, no circuito profissional, terem maior probabilidade de êxito. Poderíamos perguntar: e que requisitos são esses? A resposta a esta pergunta deveria estar contemplada no programa nacional de formação de jogadores e todos os treinadores deveriam dominar os conteúdos aí expressos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que a única forma de termos muitos jogadores com qualidade e, principalmente, de forma sustentada de geração em geração, passa por desenvolver um projecto de formação sólido, de base e de âmbito nacional. Esse trabalho passa claramente pelos clubes e pelos seus treinadores. Os clubes devem ser certificados em função da qualidade do trabalho realizado ao nível da formação e devem ser dados incentivos para proporcionar melhores condições a essas entidades. É da qualidade do trabalho realizado pelos treinadores nas centenas de escolas de ténis espalhadas pelo país que depende, em grande parte, o sucesso do nosso ténis. Só desta forma, o ténis português deixará de estar dependente de talentos pontuais ou de felizes coincidências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Felner&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@hotmail.com"&gt;pfelner@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@esdrm.pt"&gt;pfelner@esdrm.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-2404411459094635121?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/2404411459094635121/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=2404411459094635121&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/2404411459094635121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/2404411459094635121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2008/10/reflexo-sobre-formao-de-jogadores-em.html' title='Reflexão sobre a formação de jogadores em Portugal'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4sLPVsmRBeU/SP5JMkm10JI/AAAAAAAAAFk/5d84hmtE4p4/s72-c/P1020303.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-2833773330733484805</id><published>2008-09-04T22:59:00.003+01:00</published><updated>2008-09-04T23:05:41.830+01:00</updated><title type='text'>Treinador ou Gestor?...O perfil do treinador do Futuro</title><content type='html'>"No simpósio europeu de treinadores de 2004, realizado em Malta, todos os principais prelectores referiram a importância de haver um programa de detecção de talentos de treinadores a par de um programa de detecção de talentos de jogadores. A estes, é necessário criar condições de desenvolvimento, possibilitando experiências internacionais e dando possibilidade de formação de modo a atingirem o seu máximo potencial (jogadores e treinadores)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante alguns tours juvenis que fiz neste Verão, houve um livro que me acompanhou sempre, e sobre o qual reflecti um pouco. O livro em causa faz a análise das capacidades necessárias para ser treinador ou gestor de topo em qualquer área que envolva contacto e direcção de pessoas. O autor é um Gestor e consultor bastante conhecido em Inglaterra, e analisa as qualidades comuns aos diversos cargos que se caracterizam por gerir pessoas ao mais alto nível em situação de pressão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mais no site &lt;a href="http://www.bolamarela.com/"&gt;http://www.bolamarela.com/&lt;/a&gt;, através do link&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bolamarela.com/pt/cronicas.php?ref=8"&gt;http://www.bolamarela.com/pt/cronicas.php?ref=8&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;César Coutinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-2833773330733484805?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.bolamarela.com/pt/cronicas.php?ref=8' title='Treinador ou Gestor?...O perfil do treinador do Futuro'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/2833773330733484805/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=2833773330733484805&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/2833773330733484805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/2833773330733484805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2008/09/treinador-ou-gestoro-perfil-do.html' title='Treinador ou Gestor?...O perfil do treinador do Futuro'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-5703883289684727550</id><published>2008-04-29T20:41:00.003+01:00</published><updated>2008-05-08T10:43:15.547+01:00</updated><title type='text'>Aspectos decisivos para o ensino de uma técnica eficiente</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/SCLKeEXEybI/AAAAAAAAAFU/QWK4WpxQP8M/s1600-h/Picture_19.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5197939537854384562" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/SCLKeEXEybI/AAAAAAAAAFU/QWK4WpxQP8M/s320/Picture_19.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste artigo pretendo fazer referência a alguns aspectos técnicos que julgo essenciais, e aos quais nem sempre damos a atenção devida. Se falamos de técnica, devemos ter presente a sua definição mais geral: máxima eficiência, com o mínimo dispêndio de energia. Quando falamos em eficiência, estamos a pensar na capacidade de jogar com controlo, velocidade, consistência etc. No entanto, é decisivo que a execução do gesto técnico seja acompanhada de um dispêndio de energia mínimo, que permita ao jogador manter a eficiência durante períodos prolongados de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A correcta aprendizagem técnica não depende apenas do respeito pelos princípios biomecânicos. Factores físicos/fisiológicos e mentais influenciam de forma decisiva a sua aprendizagem e desenvolvimento. Neste artigo procuro abordar de forma simples alguns aspectos que julgo essenciais para um correcto ensino da técnica. Embora muitos dos conceitos abaixo mencionados estejam relacionados entre si, para melhor entendimento optei por organizá-los da seguinte forma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fluidez de movimentos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para desenvolver uma técnica simples e económica devemos habituar os alunos a aproveitarem o “peso da raquete” para ganhar velocidade (fase de aceleração). Para isso, é também importante introduzir movimentos de preparação com alguma amplitude. No caso do gesto técnico de direita e esquerda defendo que, na fase final da preparação a raquete deve estar sensivelmente à altura do ombro, iniciando a partir deste momento o movimento descendente, aproveitando o peso da raquete para gerar velocidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Respiração&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma correcta respiração facilita o relaxamento muscular necessário para uma correcta execução técnica e ajuda a controlar a fadiga física. Aconselho por isso a ensinar, desde cedo, as crianças a respirarem correctamente, expirando sempre no momento do impacto com a bola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tensão Muscular&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A exagerada tensão muscular não ajuda a produzir velocidade e promove maiores gastos energéticos. È importante ensinar a não agarrar o punho da raquete com força excessiva e a manter o braço relaxado em todos os batimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Movimentos Parasitas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos evitar os movimentos supérfluos ou a utilização de segmentos corporais irrelevantes para a eficiência do gesto técnico. Estas situações originam perdas de energia na cadeia de coordenação originando golpes menos potentes e precisos e maior esforço físico para os executar. Na iniciação à modalidade, é importante ensinar a técnica de forma simples e ajustar o seu ensino às capacidades do aluno em cada momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Equilíbrio dinâmico&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O equilíbrio tem um papel fundamental na correcta execução técnica. Devemos ter a preocupação de desenvolver esta capacidade através de exercícios gerais ou específicos. Existem alguns aspectos fundamentais relacionados com o equilíbrio que devem ser trabalhados de forma sistemática: a correcta colocação dos apoios, a correcta transferência do peso do corpo (tendo em atenção a predominância do tipo de movimento - linear ou angular) e a fixação da cabeça durante o batimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Confiança&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aluno não pode ter medo de bater a bola. Este é um pré-requisito fundamental para evitar a tensão muscular exagerada, permitir uma fluidez de movimentos adequada e, consequentemente, desenvolver a técnica correcta. É comum, numa fase inicial da aprendizagem, os alunos jogarem demasiado contraídos ou encurtarem o gesto, na expectativa de obterem maior controlo no batimento. A utilização de bolas sem pressão ou bolas progressivas (mesmo jogando ao fundo do campo) é recomendada. Este tipo de bolas permitem ao aluno “soltar o braço”, mantendo a bola controlada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;Pedro Felner&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@hotmail.com"&gt;pfelner@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@esdrm.pt"&gt;pfelner@esdrm.pt&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-5703883289684727550?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/5703883289684727550/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=5703883289684727550&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/5703883289684727550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/5703883289684727550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2008/04/aspectos-decisivos-para-o-ensino-de-uma.html' title='Aspectos decisivos para o ensino de uma técnica eficiente'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/SCLKeEXEybI/AAAAAAAAAFU/QWK4WpxQP8M/s72-c/Picture_19.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-8205229661444214973</id><published>2008-03-12T01:31:00.010Z</published><updated>2008-04-26T22:10:27.500+01:00</updated><title type='text'>Sucesso no Ténis - A Ciência por trás dos resultados</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/R9czJBEsmNI/AAAAAAAAAEY/r4UAB1KL670/s1600-h/capa+livro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176662526685649106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 417px; CURSOR: hand; HEIGHT: 397px; TEXT-ALIGN: center" height="364" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/R9czJBEsmNI/AAAAAAAAAEY/r4UAB1KL670/s320/capa+livro.jpg" width="366" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Encontra-se à venda (através de encomenda) em Portugal e no Brasil, o livro intitulado “Sucesso no Ténis – a Ciência por trás dos resultados” que conta com o apoio e reconhecimento das seguintes instituições:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Federação Internacional de Ténis (ITF)&lt;br /&gt;- Federação Portuguesa de Ténis (FPT)&lt;br /&gt;- Confederação Brasileira de Ténis (CBT)&lt;br /&gt;- Faculdade de Motricidade Humana (FMH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro conta com o apoio comercial da marca desportiva Wilson. É o primeiro livro deste género escrito em português sobre ténis, e que aborda temas tão distintos como: O desenvolvimento a longo a prazo do jogador; Caracterização fisiológica do ténis; A nutrição e hidratação; Principios Biomecânicos; Psicologia no Ténis; condicionantes físicas; Tenis de Alta competição (e percurso); a especificidade do ténis feminino e o ténis em cadeira de rodas (este capítulo escrito por Joaquim Nunes – responsável nacional da Federação Portuguesa por este departamento).&lt;br /&gt;“&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176662943297476834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="73" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/R9czhREsmOI/AAAAAAAAAEg/4prWOwv_6Wo/s320/COACH_CMYK.jpg" width="128" border="0" /&gt;Afortunadamente, el autor de este libro es alguien que cumple varios roles: investigador, entrenador y formador. Por ello, tanto los contenidos como el estilo responden a un interés genuino en facilitar la adecuada transmisión de la información de manera que se intenta atraer el interés del lector...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miguel Crespo – International Tennis Federation&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176663248240154866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 74px; CURSOR: hand; HEIGHT: 71px; TEXT-ALIGN: center" height="160" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/R9czzBEsmPI/AAAAAAAAAEo/taExLvFKHCw/s320/fpt.jpg" width="145" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;“Com esta contribuição, mais um passo é dado no sentido do aumento do conhecimento dos técnicos nacionais e, consequentemente, da excelência do treino da modalidade em Portugal, e em todos os países de expressão linguística portuguesa, em especial atráves da co-operação entre a Federação Portuguesa de Ténis e a Confederação Brasileira de Ténis neste projecto”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Victor Cabral – Federação Portuguesa de Ténis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176663566067734786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 84px; CURSOR: hand; HEIGHT: 81px; TEXT-ALIGN: center" height="163" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/R9c0FhEsmQI/AAAAAAAAAEw/EKmn7p0K6y0/s320/NOVO-logo_CBT.jpg" width="114" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;“Parabenizo ao Professor César Coutinho pela brilhante iniciativa e dedicação na elaboração deste livro... o Prof. César o redigiu de uma maneira objectiva e prática, estando pronto para ser aplicado em nossos treinamentos”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cesar Kist – Confederação Brasileira de Ténis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176663836650674450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/R9c0VREsmRI/AAAAAAAAAE4/ImbP9xn8D2E/s320/fmh.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;“um manual de grande utilidade para os profissionais que intervêm ao nível do processo de treino e formação de tenistas, mas também um documento de consulta muito interessante para todos os apaixonados pela modalidade que pretendam compreendê-la um pouco melhor”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Pezarat-Correia – Faculdade de Motricidade Humana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Primeira edição conta com um número de exemplares limitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preço de venda do livro é de 25 euros (com IVA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem quiser fazer a reserva do seu exemplar, poderá fazê-lo através do e-mail - &lt;a href="mailto:sucessonotenis@gmail.com"&gt;sucessonotenis@gmail.com&lt;/a&gt; – enviando o nome completo ou da instituição (e morada), número de exemplares pretendido e comprovativo de transferência bancária para o e-mail especificado. Os respectivos exemplares serão enviados por correio para uma morada nacional ou internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É favor adicionar 1 euro por unidade ao valor da transferência para portes de envio em envios nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Banco Best&lt;br /&gt;NIB – 0065 0922 00164480003 55&lt;br /&gt;IBAN – PT0006509220016448000355&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Autor e Editor&lt;br /&gt;César Coutinho&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cesarcoutinho.com/"&gt;http://www.cesarcoutinho.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:mastercabc@sapo.pt"&gt;mastercabc@sapo.pt&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-8205229661444214973?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/8205229661444214973/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=8205229661444214973&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/8205229661444214973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/8205229661444214973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2008/03/sucesso-no-tnis-cincia-por-trs-dos.html' title='Sucesso no Ténis - A Ciência por trás dos resultados'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/R9czJBEsmNI/AAAAAAAAAEY/r4UAB1KL670/s72-c/capa+livro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-4018735727968343867</id><published>2007-12-05T20:28:00.000Z</published><updated>2007-12-05T20:42:42.928Z</updated><title type='text'>A Resistência Intermitente</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/R1cM6GX4vsI/AAAAAAAAAEQ/9rSLZ58SNOU/s1600-h/agilidade+1+-+anselmi.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140591691949457090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/R1cM6GX4vsI/AAAAAAAAAEQ/9rSLZ58SNOU/s320/agilidade+1+-+anselmi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/R1cLtGX4vrI/AAAAAAAAAEI/gTe0lziEMfk/s1600-h/agilidade+1+-+anselmi.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante o último Simpósio Mundial de Treinadores, realizado no final de Outubro de 2007 no Paraguai, houve uma apresentação que gerou bastante controvérsia, e que trouxe algo de novo para a modalidade. Essa apresentação esteve a cargo de Horacio Alselmi, um especialista Argentino em Treino e Preparação física, que trabalhou com nomes como Gaston Gaudio, Juan Martin del Potro, Nicolas Massu, Guilhermo Coria e David Nalbandian. Treinou vários medalhados Olímpicos em outros desportos, e é responsável pela preparação física de todos os escalões no clube de futubol Boca Juniores em Buenos Aires. Foi também director Nacional dos desportos de alto rendimento na Argentina. Com dupla licenciatura (quimica e Ciências do desporto) e doutorado em desporto, é actualmente professor na Universidade de Buenos Aires e do Instituto Argentino do desporto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem dois tipos de desportos relativamente à classificação da resistência – os desportos cíclicos e os desportos acíclicos. Nos desportos cíclicos incluímos desportos que mantêm uma cadência mais ou menos semelhante ao longo de todo o período de esforço e que geralmente recorrem fundamentalmente a um tipo de fonte energética. Depois existem os chamados de desportos acíclicos, que são desportos em que há variações de intensidade ao longo da actividade.&lt;br /&gt;Como sabemos, há 3 tipos de fontes energéticas, o sistema aéróbio, presente geralmente em esforços de baixa intensidade e duração relativamente longa, o sistema anaeróbio láctico, que provoca acumulação de ácido láctico no organismo, e que aparece quando um esforço intenso (que ultrapasse o limiar anaeróbio) se prolonga no tempo, e o sistema anaérobio aláctico, que é responsável por esforços intensos de curta duração (geralmente inferior a 10 segundos). Esta análise geralmente é feita de uma forma separada, bem como o seu treino.&lt;br /&gt;Nos desportos acíclicos, que é o caso do ténis, sabíamos que o sistema aláctico representava um papel bastante importante, provavelmente o mais importante, tal como já tinha sido descrito por Schonborn, quando afirma que o ténis é 70% anaeróbio aláctico. No entanto, devido ao facto de ser um desporto de longa duração, ou seja, em que há vários esforços intensos, mas durante um longo período de tempo (por vezes 4 a 5 horas em torneios do grand slam), sempre se pensou que fosse necessário realizar um bom trabalho de base, mesmo com atletas de alto rendimento, de modo a melhorar a resistência de base antes de introduzir exercícios que estimulem os sistema aláctico, como fonte energética principal. Geralmente introduzia-se um trabalho de base aeróbia num período preparatório geral, incrementando-se um programa gradualmente mais intensivo á medida que nos íamos aproximando do período principal de competições. Estes sistemas partem de uma análise diferenciada dos diversos sistema energéticos, e sua consequente aplicação nos métodos de treino. É relativamente comum ver jogadores de todos os níveis e idades realizarem exercícios de corrida contínua, de 20 minutos, 30 minutos, e por vezes até de uma hora, sem qualquer tipo de aceleração. Desde o miúdo de 12 ou13 anos que começa a levar o ténis com maior seriedade, até ao atleta de alto rendimento num top 50 ATP (vi alguns a realizar o mesmo durante o Open da Austrália este ano). Sendo o ténis um desporto acíclico, o conceito de resistência intermitente entra aqui em acção. Quando questionado sobre os métodos usados para desenvolver a resistência dos seus atletas de modo a poderem aguentar jogos de alta intensidade durante 3, 4, 5, ou mesmo 6 horas de jogo, o autor referiu que NUNCA usa métodos contínuos...nem fora e nem dentro do court. Nesse momento, a plateia ficou toda calada e estupefacta, e toda a gente levantou o braço com perguntas para fazer, tendo-se gerado uma das conversas mais interessantes do simpósio (que atrasou em meia-hora a comunicação que se seguia), sendo que quando a ITF tentou interferir para passar à apresentação seguinte, foi claramente expulsa por quase todos os assistentes, que queriam fazer milhares de perguntas. Apenas A Federação espanhola e a Argentina e mais uma ou duas federações já conheciam e aplicavam este conceito, e já tinham iniciado a sua implementação em Espanha e nos seus respectivos países. Curiosamente, Espanha e Argentina são dois dos países mais avançados do mundo na nossa modalidade.&lt;br /&gt;Segundo o Horacio, os esforços de duração inferior a 10 segundos, e que não causem desgaste total com fadiga elevada, se forem inseridos durante pelo menos 20 minutos numa relação entre esforço e recuperação que não seja superior a 1:2 (ex: 5 segundos de esforço para 10 segundos de pausa), fazem trabalhar o sistema aeróbio, mais especificamente o VO2 máx, usando a Creatina Fosfato (responsável pelo processo aláctico – ATP-CP) e desenvolvendo as fibras rápidas, que são aquelas que queremos desenvolver de modo a não diminuir a velocidade do atleta quando trabalhamos resistência (problema do método contínuo). Se utilizarmos o método contínuo uniforme (corridas prolongadas), o que se passa é que estamos a desenvolver as adaptações centrais ao esforço, ou seja, adaptações ao nível do coração, no entanto, as adaptações periféricas (musculares) não se irão desenvolver da forma como queremos. Todos nós já sentimos que depois de um periodo de treino prolongado sem competição, sentimos-nos lentos, e geralmente dizemos que precisamos ainda de alguns jogos em cima para entrar no ritmo. Naturalmente que há outros factores, mas o trabalho realizado durante esse periodo representa um papel fundamental nesta sensação. Não apenas o tipo de esforço realizado durante a parte física correspondente, como também a qualidade da bola de treino, ou seja, a espcificidade do treino. Sabemos que para um VO2máx em condições, é necessário haver adaptações centrais e periféricas, ou seja, o coração tem de ser capaz de bombear de uma forma potente e consistente para as células, mas as células em causa têm de ser capazes de aproveitar e distribuir o sangue que lá chega. Quando trabalhamos com métodos contínuos, o sangue é redireccionado para as chamadas de fibras lentas ou oxidativas, aumentando o número de capilares sanguíneos nessas mesmas células, que não serão depois aproveitados quando o jogador estiver em situação de esforço, visto que o que interessa é o aumento do número desses capilares sanguíneos nas fibras rápidas ou glicolíticas que estarão em constante produção ao longo de um jogo de ténis. Por outro lado, quando realizamos esforços intermitentes (não superiores a 10 segundos com um máximo de 1:2 de pausa e com uma duração mínima de 20 minutos), estamos a trabalhar igualmente as estruturas centrais de adaptação, visto que a partir de uma adaptação inicial ao esforço, em que há uma ligeira subida do lactato sanguíneo, este estabiliza, bem como a Frequência cardiaca (Anselmi, 2007), e a fonte energética principal passa a ser a fonte aeróbia, utilizando constantemente a creatina fosfato em cada período de esforço. Isto acontece devido a processos quimicos que ocorrem desde o início do esforço intermitente, e que estão bem explicados nas referências abaixo explicitadas. O que se passa é que a Creatina Fosfasto (CP) irá servir de fonte energética para o sistema aeróbio, o que à primeira vista parece uma contradição energética. Daí o autor aconselhar a suplementação em Creatina para aumento da resistência do jogador de alto rendimento!!! Sabíamos que a Creatina poderia fazer aumentar a força em cerca de 5 a 10 por cento (tanto na força máxima como na força explosiva), o que não se demonstrava significativo para a nossa modalidade, a não ser em níveis muito elevados, e para determinados tipos de jogo. No entanto, o facto desta suplementação fazer aumentar os níveis de resistência, faz a situação mudar de figura.&lt;br /&gt;No meu trabalho na parte física do Gastão, este conceito já estava a ser inserido, sem no entanto conhecer uma resposta fisiológica total naquilo que preconizava. O introdução de métodos contínuos no trabalho de resistência era feita muito pontualmente, sendo quase que apenas usada para recuperação, ou antes do início de um bloco de treino. Tal como eu, outros treinadores e preparadores físicos aplicavam coisas semelhantes, sem que um estudo real houvesse soubre estes aspectos. Quando o Gastão esteve em Março deste ano com o Federer, fizeramexercicios que se assemelhava em muito ao exercícios que eu e o Luís realizáva-mos com ele. O preparador físico do Federer, que se encontrava presente, falou em exercícios intermitentes, visto que a Suiça foi uma das primeiras a ter acesso a esta informação (juntamente com a espanha no início deste ano), tendo-a implementado quase de imediato. Na altura, eu chamava a tudo trabalho intervalado, pelo que achei que era uma forma de eles denominarem de forma diferente um trabalho intervalado mais específico (era assim que aparecia no nosso programa). Curiosamente, nos testes que realizáva-mos na Faculdade ao nível do VO2 máx, os valores do Gastão eram baixos, o que poderia fazer crer um nível de resistência baixo. No entanto, raramente ele referia que se tinha sentido cansado durante um jogo, tendo mesmo realizado um jogo à melhor de 5 sets, com uma duranção de cerca de 4 horas no último embate da Taça Davis, em que me disse que estava bastante bem no 5º set, como se se tratasse de um 1º, e que não tinha sido por isso que tinha perdido (6/3 no 5º com Robin Haase). Na última avaliação que realizámos no final de Setembro, os valores de VO2máx contnuavam baixos, havendo no entanto um valor curioso – a adaptação inicial era bastante rápida, e indiciava um valor elevado, que com o prolongar contínuo do esforço não se verificava. Nesta apresentação, o Horacio falou precisamente disso, dizendo que o teste normal para avaliação do VO2 máx, não leva em atenção as adaptações periféricas nas fibras rápidas, estando desenhado para desportos cíclicos com avaliação da capilarização das fibras lentas. O que se estava a passar com a avaliação do gastão era precisamente essa, ou seja, a adaptação inicial era elevada porque era aquela que solicitava as fibras rápidas e a sua adaptação, sendo que com a estabilização naquele nível de esforço, as fibras lentas entravam em acção e havia automaticamente uma diminuição dos valores. Na altura pensei em algo deste género, no entanto não conseguia explicar com esta confiança e segurança nos parâmetros todos fisiológicos. O autor propõe diversos testes para avaliação de resistência intermitente, e todos eles têm obrigatoriamente de incluir períodos de pausa e esforços de elevada intensidade e curta duração de modo a não provocar acumulação de lactato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comprovação e explicação deste método e forma de pensar vem revolucionar o conceito da Bioenergética desportiva e os métodos de trabalho de determinados aspectos da preparação física que são determinantes...simplesmente excelente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;César Coutinho&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Site:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.cesarcoutinho.com/"&gt;http://www.cesarcoutinho.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Mail:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;a href="mailto:ccoutinho@fmh.utl.pt"&gt;ccoutinho@fmh.utl.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Tel: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;(+351)938663063&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-4018735727968343867?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.fuerzaypotencia.com/conociendo.htm' title='A Resistência Intermitente'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/4018735727968343867/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=4018735727968343867&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/4018735727968343867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/4018735727968343867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2007/12/resistncia-intermitente.html' title='A Resistência Intermitente'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/R1cM6GX4vsI/AAAAAAAAAEQ/9rSLZ58SNOU/s72-c/agilidade+1+-+anselmi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-2046029608934471878</id><published>2007-10-24T21:21:00.000+01:00</published><updated>2007-10-24T21:24:21.859+01:00</updated><title type='text'>Nutrição no Ténis</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O ténis é um desporto que pelas suas características, regulamentos e organização, impõe aos seus praticantes, especialmente os atletas profissionais, cuidados dietéticos particulares. De forma a alcançarem uma alta performance em treino e em competição, os atletas devem adquirir hábitos alimentares adequados, que os ajudem a recuperar de um modo mais eficiente entre as sessões de treino e os jogos durante a competição formal. O desenvolvimento da condição física e a manutenção de um alto nível qualitativo dos treinos requerem adaptações progressivas dos atletas, que conferem uma ingestão apropriada de nutrientes ao longo de toda a época desportiva, de acordo com as solicitações a que os jogadores são sujeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc137377103"&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nutrição em Competição&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma dieta alimentar em regime de rotina, prepara o jogador para a competição diária, por isso torna-se extremamente necessário comer propriamente antes, durante e após o jogo, para a performance do atleta ser a mais eficiente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Durante os dois dias que precedem a competição, o jogador deve aumentar gradualmente o consumo de hidratos de carbono para assegurar um nível alto de glicogénio armazenado. Antes de um encontro começar, os níveis de glícidos do jogador (músculos e fígado, sob forma de glicogénio) devem estar repostos. A ingestão de lípidos e proteínas pode ser incluída, mas consumida em demasia aumenta a digestão por bastante tempo. Vários tipos de líquidos podem ser ingeridos em conjunto com a refeição, e.g., água, sumos de frutas, leite, bebidas energéticas, etc. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No dia de competição o jogador deve saber a hora do jogo, e depois então decidir qual o melhor plano nutricional, em função da hora que irá entrar em court. A refeição antecedente ao jogo deve ser tomada duas a três horas antes do começo do jogo, para a sua performance não ser afectada. (Esta periodização pode ser treinada ou experimentada em sessões de treino). Durante a própria competição ou a sessão de treino o jogador deve ingerir alimentos ricos em hidratos de carbono que o ajuda a manter os músculos com reservas suficientes de energia. É importante que o jogador ingira alimentos ricos em hidrato de carbono com baixo teor lipídico como fruta fresca ou fruta seca, biscoitos, sandes light, barras de cereais, evitando a ingestão de chocolates.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hidratação é por sua vez, igualmente importante para ajudar o jogador a ter mais sucesso no seu rendimento. O nutriente mais importante que o jogador necessita é a água. É a melhor forma de repor os fluidos no organismo. No entanto, o consumo de bebidas energéticas é também importante pois fornecem energia em forma de glícidos, retardam a fadiga, aumentam a ingestão de fluidos e fornecem os electrólitos necessários que ajudam ao equilíbrio dos sais minerais e fluidos. A ingestão de líquidos é extremamente importante para o rendimento e performance do atleta. Os jogadores devem ingerir fluidos antes, durante e depois do jogo ou treino. Não devem sentir sede e quanto mais alta for a temperatura e quanto mais longo for o jogo, maior deve ser a quantidade de líquidos ingerida pelo jogador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Caraslindas&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Escola Superior de Desporto de Rio Maior - Licenciatura em Treino Desportivo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aluno Especialização em Ténis&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-2046029608934471878?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/2046029608934471878/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=2046029608934471878&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/2046029608934471878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/2046029608934471878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2007/10/nutrio-no-tnis_24.html' title='Nutrição no Ténis'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-1724485283764440039</id><published>2007-09-25T13:41:00.001+01:00</published><updated>2007-09-25T13:48:04.247+01:00</updated><title type='text'>A Lateralidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este é um factor que já tinha estudado na Faculdade, mas apenas me chamou a atenção pela primeira vez no simpósio europeu em 2004 (Malta, St Andrews), através de uma apresentação de um estudo especificamente sobre o tema. No entanto, com tantos factores integrantes nas análises, foi algo que não teria dado a devida importância se não tivesse ouvido uma nova apresentação brilhante sobre o tema por parte do Jofre Porta e do Pedro Zierof (da Global tennis em Palma de Mallorca) no último simpósio em Valência realizado em Março deste ano (2007). Todos nós temos um olho dominante, ou seja, um olho director. Quando olhamos para qualquer objecto, um dos olhos é o principal na visualização do objecto em causa, sendo que o outro é responsável pela noção de distância dando uma ideia tridimensional ao mesmo. Vamos tomar como exemplo o facto do olho dominante ser o direito, e o olho tridimensional (chamá-lo-emos assim) ser o esquerdo. Se taparem o olho esquerdo, deixarão de ter a noção de profundidade com tanta precisão, e se taparem o direito, perdem confiança na avaliação da velocidade dos objectos. De que forma é que isto nos afecta nos batimentos?&lt;br /&gt;É normal em qualquer jogador querer ver a bola com o olho dominante. Esse olho vai estar relacionado com a sua posição para bater a bola, e irá consequentemente afectar a sua biomecânica gestual em todos os batimentos. Se tomarmos como exemplo dois jogadores dextros com olhos directores distintos, aquele que tiver o olho director direito, terá sempre uma posição mais frontal para realizar o batimento de direita e de serviço (por exemplo) do que aquele que tiver como olho director o esquerdo, como pode ser visto nas figuras em baixo apresentadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5114121182807721106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RvkCHreOBJI/AAAAAAAAAD4/Q5HMsRUhH0E/s320/Slide1.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5114121513520202914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RvkCa7eOBKI/AAAAAAAAAEA/qCwaQ40AIv8/s320/Slide2.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Isso fará com que o primeiro tenha um percurso de aceleração da raquete inferior nestes batimentos específicos, perdendo assim alguma velocidade da cabeça da raquete no instante de impacto. Por outro lado, o jogador com o olho direito dominante terá maior tendência em bater a bola em posição aberta (open stance) ou semi-aberta. Este tipo de raciocínio acontece em relação a todos os batimentos. O mesmo jogador que terá uma posição mais aberta de direita, terá tendência a ter uma posição mais fechada de esquerda, ganhando assim mais amplitude no movimento do lado contrário.&lt;br /&gt;Quando falamos de lateralidade não falamos apenas dos olhos. Todo o nosso corpo tem um lado dominante que não é necessariamente o mesmo. Quem já fez algum desporto que envolva uma prancha, tal como snowboard, surf, wakeboard ou skate, sabe que temos um pé que nos dá mais jeito ter à frente. Essa é a nossa perna dominante. Isso acontece também para as nossas ancas (geralmente a mesma da nossa perna), e para o nosso ombro. Todos estes factores não são obrigatoriamente do mesmo lado. A conjugação dos mesmo provoca diferenças biomecânicas nas estratégias para gerar potência, e se queremos tirar o máximo das potencialidades de um atleta, devemos levar estes aspectos em consideração. Como sabemos, a perna e ancas mais importantes na geração de potência num movimento de direita em semi-open ou open stance, é a perna do lado da raquete. Se esta não for a dominante no atleta, a ligação entre membros inferiores e superiores nunca será das melhores naquele tipo de movimento. Se estivermos a trabalhar com um miúdo em fase precoce de desenvolvimento, então poderemos ainda tentar desenvolver as capacidades necessárias na perna mais fraca, ao passo que se tivermos a trabalhar com um júnior último ano ou sénior de alto rendimento, o melhor será optimizarmos as características dele, de modo a retirar o máximo de rendimento das mesmas.&lt;br /&gt;A conjugação entre olho dominante e braço dominante faz alterar as características psicológicas do atleta relacionadas com a sua personalidade. Geralmente quando ambos stão do mesmo lado, a pessoa em causa tem tendência para ter uma visão melhor de objectivos a longo prazo, ao passo que alguém que seja cruzado, ou seja, o olho dominante está do lado contrário do braço dominante, tem tendência a ser mais criativo, mas tem dificuldade em encarar objectivos a longo prazo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;César Coutinho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Site: &lt;a href="http://www.cesarcoutinho.com/"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;www.cesarcoutinho.com&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mail: &lt;a href="mailto:ccoutinho@fmh.utl.pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;ccoutinho@fmh.utl.pt&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tel: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;(+351)938663063&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-1724485283764440039?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/1724485283764440039/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=1724485283764440039&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/1724485283764440039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/1724485283764440039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2007/09/lateralidade.html' title='A Lateralidade'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RvkCHreOBJI/AAAAAAAAAD4/Q5HMsRUhH0E/s72-c/Slide1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-3611324082404728299</id><published>2007-05-14T00:00:00.000+01:00</published><updated>2007-05-14T00:56:50.819+01:00</updated><title type='text'>O DESENVOLVIMENTO DOS PADRÕES BIOMECÂNICOS</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RkegRO5BVQI/AAAAAAAAADw/ynUjsLnP9lg/s1600-h/sharapova+dta.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064192523916891394" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RkegRO5BVQI/AAAAAAAAADw/ynUjsLnP9lg/s400/sharapova+dta.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RkedT-5BVPI/AAAAAAAAADo/2--tFv1vixU/s1600-h/sharapova+dta.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Ao longo do desenvolvimento de um jogador, há diversas fases que devem ser respeitadas de modo a podermos atingir a melhor eficácia possível nos diversos gestos técnicos que caracterizam a nossa modalidade. Este desenvolvimento não pode ser dissociado do desenvolvimento maturacional (físico e psicológico), bem como de todo um trabalho de suporte físico que deve ser realizado de modo a acompanhar os padrões que queremos desenvolver num atleta. Este desenvolvimento conjugado de todos os factores em simultâneo, aproveitando os períodos críticos para o desenvolvimento dos mesmos, faz com que o atleta chegue à idade adulta com um elevado grau de eficiência neste determinado aspecto do seu jogo. Por vezes há a tendência para tentar realizar determinadas alterações técnicas, sem que haja o suporte físico para as mesmas, o que geralmente resulta num recuo automático na aprendizagem (o atleta não se sentirá confiante a executar a alteração por falta de força em algum dos grupos musculares e defende-se voltando àquilo que fazia antes) ou em lesão. A alteração de padrões técnicos (biomecâncos) tem de ser acompanhada de adaptações na estrutura morfológica de modo a criar as bases de suporte para o seu desenvolvimento sustentado. Se pensarmos no exterior de um smart com um motor de um Ferrari, ou num chassis de um Ferrari com um motor de smart, constatamos que nem um nem outro funcionarão correctamente.&lt;br /&gt;Ao executar-mos uma análise técnica de um jovem atleta, tendo em vista uma intervenção que provoque melhorias, devemos ter em conta os seguintes factores:&lt;br /&gt;- As características morfológicas da pessoa em causa&lt;br /&gt;- O nível de preparação física que detém;&lt;br /&gt;- O passado em termos de repetição de padrões&lt;br /&gt;- A idade biológica do atleta em causa&lt;br /&gt;- O olho dominante (explicarei isto no meu próximo artigo)&lt;br /&gt;- As características psicológicas&lt;br /&gt;- Os objectivos do atleta a médio e longo prazo&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao observar-mos o atleta, temos de ter a noção do que ele pode executar de acordo com as características referidas anteriormente. Acontece muitas vezes, que estamos a pedir do atleta um padrão que ele ainda não está preparado para fazer (pelos factores referidos anteriormente), pelo que é importante saber o que corresponde a cada fase de desenvolvimento. Não devemos cair no erro de estar a pedir mais do que ele/ela possa conseguir, visto que isto pode criar problemas de confiança no atleta em causa e gerar situações de stress na relação treinador atleta, fazendo que quando quisermos realmente introduzir um aspecto para o qual ele esteja preparado, haverá resistências devido ao insucesso em fases anteriores relacionado com as nossas propostas. Cai-se geralmente no erro quando se inicia a carreira de treinador, de pedir a miúdos em fase de aprendizagem o padrão final, ou seja, o padrão que se pretende que ele tenha quando o seu ténis atingir a maturidade necessária. Isto limitará o seu desenvolvimento técnico a curto e a longo prazo. È assim vital, que o treinador saiba o que deve trabalhar em que fase, e qual a ordem de progressão aconselhada para o desenvolvimento das diversas técnicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos tomar como exemplo o batimento de direita em topspin. De um modo geral, em todos os batimento ou gestos técnicos no ténis (e não só), devemos usar uma lógica próximo-distal relativamente à raquete, que neste caso significa que devemos concentrar-nos com os factores que estão mais perto da raquete e da fase principal dos batimentos que estamos a tentar desenvolver. De facto, não devemos estar a referir factores que estejam associados aos membros inferiores, tais como a flexão de pernas, quando o jogador ainda não consegue controlar o ponto de batimento e a direcção da bola, por exemplo. Assim sendo, a ordem de prioridades que aconselho no movimento de direita é:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RkebYe5BVOI/AAAAAAAAADg/dr05BmVfGJs/s1600-h/Diapositivo1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064187150912804066" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 388px; CURSOR: hand; HEIGHT: 440px" height="464" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RkebYe5BVOI/AAAAAAAAADg/dr05BmVfGJs/s400/Diapositivo1.JPG" width="446" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;1 – Pega de direita clássica como referência – exercícios de modo a criar à vontade com essa pega e perceber a noção de batimento. A pega pode vir a fechar posteriormente, mas não devemos deixar ultrapassar aquilo que é o limite da mesma&lt;br /&gt;2 – ponto de batimento com o cotovelo perto do corpo e pulso em extensão (braço sem tensão). O antebraço deve estar semi-flectido e o cotovelo por trás do pulso relativamente à linha de batimento&lt;br /&gt;3 – trajectória da fase principal de baixo para a frente e controlo na colocação da bola&lt;br /&gt;4 – iniciar a aprendizagem apanhando no início da descida e preferencialmente com bolas que no seu ressalto não ultrapassem a altura do ombro&lt;br /&gt;5 – Apontar com o outro braço para a bola – dá-nos a noção de onde devemos bater a bola (local em que está a outra mão) e aumenta a nossa lateralidade, logo, o percurso da raquete até à bola. Aumenta o equilíbrio, mantendo o centro de gravidade numa zona mais central&lt;br /&gt;6 – preparação em looping – faz aumentar o percurso de aceleração e aproveita-se as características inerciais da raquete relativamente à preparação directa&lt;br /&gt;7 – Terminação com pronação do antebraço de modo a haver uma maior percentagem de bolas dentro e diminuir a tensão muscular em determinadas zonas do antebraço e do pulso, diminuindo o risco de lesões&lt;br /&gt;8 – Afastamento das pernas aumentando a base de sustentação de modo a potenciar o equilíbrio&lt;br /&gt;9 – Uso das propriedades elásticas e do reflexo miotáctico da musculatura do tronco em ciclo muscular alongamento-encurtamento de modo a aumentar a potência e a confiança no movimento balístico&lt;br /&gt;10 – Flexão/extensão dos membros inferiores e sua ligação ao membro superior dominante através da transferência de energia através do tronco – daí a importância do fortalecimento muscular de todas as estruturas centrais&lt;br /&gt;11 – Trabalho das diferentes estratégias de batimento da direita (fechado, aberto, semi-fechado, etc), mantendo os níveis de coordenação do atleta e dando poucos mas bons feedbacks&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É importante dar tempo suficiente a cada aprendizagem para que esta fique consolidada, de modo a que não haja recuos na evolução. Quando se insere algo cedo de mais, há o risco do factor anterior não estar ainda correctamente assimilado, o que retirará eficácia ao batimento, e afectará a confiança do atleta no treinador em questão, algo que é vital para o sucesso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;César Coutinho&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Site:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cesarcoutinho.com"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;www.cesarcoutinho.com&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Mail:&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:ccoutinho@fmh.utl.pt"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;ccoutinho@fmh.utl.pt&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Tel:&lt;/span&gt; (+351)938663063 &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-3611324082404728299?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/3611324082404728299/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=3611324082404728299&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/3611324082404728299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/3611324082404728299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2007/05/o-desenvolvimento-dos-padres-tcnicos-ex.html' title='O DESENVOLVIMENTO DOS PADRÕES BIOMECÂNICOS'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RkegRO5BVQI/AAAAAAAAADw/ynUjsLnP9lg/s72-c/sharapova+dta.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-2454237796589471534</id><published>2007-04-21T17:14:00.000+01:00</published><updated>2007-04-21T17:48:30.623+01:00</updated><title type='text'>AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO EQUILÍBRIO MUSCULAR NA ROTAÇÃO DO OMBRO EM TENISTAS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/Rio8Ubq2_VI/AAAAAAAAACo/UWwuolVNx58/s1600-h/andre+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5055919853399375186" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/Rio8Ubq2_VI/AAAAAAAAACo/UWwuolVNx58/s400/andre+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O processo de treino ao nível do alto rendimento pode alterar equilíbrios entre os diferentes grupos musculares. Movimentos repetitivos podem tornar certos músculos mais fortes como consequência de uma maior solicitação, em relação a outros grupos musculares com escassa participação nesses mesmos movimentos.&lt;br /&gt;No Ténis – modalidade desportiva onde se repete elevado número de movimentos de rotação interna do braço com grande força ou potência – os jogadores são frequentemente afectados por lesões no ombro dominante. Lesões essas que comprometem, com alguma frequência, a evolução normal da sua carreira. Um dos factores de risco que mais contribui para esse potencial de lesão é o maior desenvolvimento dos músculos rotadores internos do braço em relação aos rotadores externos. Com este desequilíbrio muscular, o tenista pode não ser capaz de estabilizar e desacelerar convenientemente o braço, aumentando assim a probabilidade de lesão.&lt;br /&gt;Assim, no tenista, o ombro dominante apresenta, normalmente, um perfil que se pode caracterizar da seguinte forma: tendência para a perda de força de rotação externa em relação à de rotação interna, aumento da amplitude no movimento de rotação externa e redução de amplitude no movimento de rotação interna.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/Rio8-7q2_WI/AAAAAAAAACw/gAuaSVhPb8Q/s1600-h/andre+3.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5055920583543815522" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/Rio8-7q2_WI/AAAAAAAAACw/gAuaSVhPb8Q/s400/andre+3.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A avaliação da força isocinética tem vindo a ser usada como uma rotina que permite acompanhar e despistar este tipo de desequilíbrios. Existem estudos que calcularam o valor de ratio associado ao equilíbrio muscular entre a força dos rotadores externos e a força dos rotadores internos (ratio RE:RI) no intervalo entre 66 e 76% (Egret et al., 1999; Alderink &amp; Kuck, 1986).&lt;br /&gt;No Laboratório de Optimização do Rendimento Desportivo da FMH, são feitas, regularmente, avaliações isocinéticas do ombro de atletas das selecções nacionais portuguesas dos diferentes escalões de modalidades, tais como a natação, o basquetebol, o andebol e o ténis (Pezarat-Correia, Valamatos, Alves et al., 2005; Alves, Valamatos, Pezarat-Correia et al., 2005; Pezarat-Correia, Valamatos, Alves &amp; Santos, 2006).&lt;br /&gt;Foi realizado um trabalho experimental com uma amostra de 32 jovens tenistas portugueses de idade júnior (16-18) masculinos em que foram avaliados parâmetros de força isocinética (em BIODEX) de rotação externa e interna do braço em duas velocidades (90 e 180º/s) e foi também avaliada a amplitude do movimento de rotação de ambos os ombros através de goniometria. Os resultados demonstraram que os níveis de força concêntrica de rotação externa e rotação interna são mais elevados no braço dominante e que o ratio RE:RI a 90º/s foi superior no ombro não dominante. Verificou-se também maior amplitude de rotação externa e menor amplitude de rotação interna no membro dominante relativamente &lt;a href="http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/Rio937q2_YI/AAAAAAAAADA/Fk25VJfe1I0/s1600-h/imagem+1+andre.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5055921562796359042" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 159px; CURSOR: hand; HEIGHT: 141px" height="211" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/Rio937q2_YI/AAAAAAAAADA/Fk25VJfe1I0/s400/imagem+1+andre.jpg" width="333" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ao membro não dominante. Considerando que elevados índices de força de rotação interna do braço constituem uma característica importante no rendimento de gestos técnicos do ténis, estes resultados sugerem a necessidade de uma atenção especial do desenvolvimento da flexibilidade e da força dos músculos rotadores externos do braço nos escalões de formação de forma a atenuar desequilíbrios que aumentem o risco de lesão no tenista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;André Nunes (autor)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Licenciado em Ciências do Desporto, menção Educação Física e Desporto Escolar&lt;br /&gt;Mestre em Treino do Jovem Atleta pela &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.fmh.utl.pt/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Faculdade de Motricidade Humana&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt; - UTL&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Pedro Pezarat-Correia (orientador)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Professor Associado da Faculdade de Motricidade Humana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Doutorado em Ciências da Motricidade&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-2454237796589471534?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/2454237796589471534/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=2454237796589471534&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/2454237796589471534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/2454237796589471534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2007/04/avaliao-funcional-do-equilbrio-muscular.html' title='AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO EQUILÍBRIO MUSCULAR NA ROTAÇÃO DO OMBRO EM TENISTAS'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/Rio8Ubq2_VI/AAAAAAAAACo/UWwuolVNx58/s72-c/andre+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-8225128822525997204</id><published>2007-03-22T23:02:00.001Z</published><updated>2007-03-22T23:18:49.331Z</updated><title type='text'>Reflexões de Stefan Edberg no Simpósio Europeu (Estocolmo, 2006)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RgMOhlQ-KcI/AAAAAAAAACc/_FGDz-DLVZk/s1600-h/Stefan+Edberg.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5044891977686854082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RgMOhlQ-KcI/AAAAAAAAACc/_FGDz-DLVZk/s400/Stefan+Edberg.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Stefan Edberg ficou encarregue, juntamente com Carl-Axel Hageskog (ex-treinador da Taça Davis e de diversos campeões Suecos como Mats Wilander), de fechar o Simpósio Europeu. Propunham-se falar sobre o perfil do jogador e treinador. No entanto, foi bem mais do que isso. Stefan Edberg acabou por estar à conversa com os presentes, relatando muitas das experiências que viveu enquanto jogador profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para reflexão, aqui ficam alguns dos testemunhos deixados por Edberg:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “Houve um momento decisivo na minha carreira. Foi quando tinha 14 anos e estava a jogar um torneio ETA de 14 em Itália, e o Matts Willander ganhou Roland Garros. Três meses antes tinha ganho um set ao Willander, em treino, na Suécia…e isso fez-me pensar…porque não eu ali?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “Mudei a esquerda com 14 anos de idade e fui massacrado em todos os torneios, razão pela qual comecei a vir mais vezes à rede e consequentemente desenvolvi o meu jogo de rede e o volley.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “A motivação, e as razões pelas quais jogas ténis mudam ao longo do tempo. Mas haverá sempre motivação enquanto as vitórias continuarem a aparecer.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;- “A grande dificuldade de um Grand Slam está em conseguir manter-se no top durante duas semanas. Geralmente a maioria dos bons jogadores quer jogos renhidos na primeira semana para entrar no ritmo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “Tive o mesmo treinador durante 11 anos, e acho que isso foi muito bom para mim.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “É necessário ser paciente para ganhar jogos. A maioria dos adversários tem sempre bastantes altos e baixos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “Quando as coisas não estão a correr bem, pensarmos em bons jogos ajuda a manter-nos positivos.”&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pedro Felner&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Email&lt;span style="color:#006600;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@hotmail.com"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;pfelner@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-8225128822525997204?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/8225128822525997204/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=8225128822525997204&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/8225128822525997204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/8225128822525997204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2007/03/reflexes-de-stefan-edberg-no-simpsio.html' title='Reflexões de Stefan Edberg no Simpósio Europeu (Estocolmo, 2006)'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RgMOhlQ-KcI/AAAAAAAAACc/_FGDz-DLVZk/s72-c/Stefan+Edberg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-1567235247886224100</id><published>2007-02-25T19:42:00.000Z</published><updated>2007-02-25T20:02:20.925Z</updated><title type='text'>Competição Internacional nos Escalões de Sub 12 e Sub 14</title><content type='html'>&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/ReHp--HYGhI/AAAAAAAAACI/YEx3KRniYIo/s1600-h/Tenis+2005+127.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5035563126412024338" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/ReHp--HYGhI/AAAAAAAAACI/YEx3KRniYIo/s400/Tenis+2005+127.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A necessidade de se competir internacionalmente nos escalões de Sub 12 e Sub 14 e as vantagens que podem estar associadas à participação regular em provas internacionais nestas idades, continua a ser um tema polémico. Estamos convictos de que existem muitas vantagens, umas relacionadas directamente com o processo de formação do jovem jogador, outras relacionadas com a valorização das competências dos treinadores, influenciando positivamente o trabalho que este desenvolve com os atletas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste artigo pretendemos abordar algumas das vantagens de se competir internacionalmente nestas idades e alguns dos cuidados a ter na escolha de um programa internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vantagens da competição internacional:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desmistificar a competição internacional e habituar os nossos jovens atletas a competir, desde cedo, contra jogadores estrangeiros;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Motivar os jovens para uma carreira internacional;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desenvolver nos jovens a capacidade de estar em viagem e fora de casa durante vários dias ou semanas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Passar pela experiência de ser um “jogador profissional”, estando 100% do seu dia orientado para treinar e competir;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É um momento privilegiado para o treinador passar mensagens importantes relacionadas com o tempo de repouso, a alimentação, a higiene, as rotinas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dar experiência aos nossos treinadores e dar-lhes a possibilidade de trocarem experiências, conhecimentos e contactos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dar a possibilidade aos treinadores de verem o que de melhor se faz a nível internacional;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dar a possibilidade de aferir o nível internacional dos nossos jogadores, guiando o nosso trabalho por padrões de exigência internacionais (e não estarmos preocupados, como acontece frequentemente, em que o nosso jogador ganhe ao jogador do clube vizinho).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queríamos também realçar a importância que um correcto enquadramento técnico pode ter na valorização deste tipo de experiências. O treinador deve ter a preocupação de potenciar ao máximo o tempo e o dinheiro investido nestas provas. Estas são momentos de excelência para trabalhar com os atletas, devido aos elevados níveis de motivação que proporcionam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seguimento daquilo que defendemos anteriormente, achamos pouco conveniente que os jovens jogadores sejam acompanhados para este tipo de provas pelos pais ou por qualquer outro tipo de enquadramento não profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de defendermos as experiências internacionais, devemos ter a preocupação, e muitas vezes o bom-senso, de perceber de que forma estas se adequam àquilo que os jogadores necessitam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Adequar a competição ao nível do jogador. Jogar provas internacionais, só por si, não chega. É necessário disputar jogos equilibrados e também vencer! Caso isto não aconteça poderemos estar a destruir a auto-estima do jogador e a passar-lhe uma mensagem desadequada (quando joga “internacionalmente” raramente ganha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Adequar o plano internacional às necessidades de desenvolvimento do jogador. O jogador deve competir mas também deve ter tempo para treinar, aprender e desenvolver o seu jogo, sem estar pressionado por competições ou resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Adequar o plano internacional às oportunidades que o jogador poderá ter em Portugal. Existem jogadores com mais necessidade do que outros de competir internacionalmente, devido à falta de quadro competitivo adequado em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na construção do programa competitivo ter em atenção a relação custo-beneficio, escolhendo as provas de forma criteriosa. Ter em atenção alguns factores importantes: se existem campos de treino disponíveis, se existe prova de consolação, que despesas são pagas pela organização, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ver a competição internacional como uma forma de melhorar o desempenho do jogador e de avaliar o trabalho que se está a desenvolver, retirando informações para o processo de treino/formação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve iremos abordar, num novo artigo, alguns dos procedimentos que o treinador deve adoptar quando viaja com jovens jogadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pedro Felner&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;Email: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@hotmail.com"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;pfelner@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-1567235247886224100?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/1567235247886224100/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=1567235247886224100&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/1567235247886224100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/1567235247886224100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2007/02/competio-internacional-nos-escales-de.html' title='Competição Internacional nos Escalões de Sub 12 e Sub 14'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/ReHp--HYGhI/AAAAAAAAACI/YEx3KRniYIo/s72-c/Tenis+2005+127.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-3303428399542504186</id><published>2007-02-12T13:13:00.000Z</published><updated>2007-02-16T02:39:39.189Z</updated><title type='text'>Square Stance e Open Stance no Gesto Técnico de Direita.</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RdUZCNlKu-I/AAAAAAAAABw/KXD5xivTAEs/s1600-h/Diapositivo1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5031955684452383714" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RdUZCNlKu-I/AAAAAAAAABw/KXD5xivTAEs/s400/Diapositivo1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aquando do diagnóstico e correcção técnica dos jogadores, o domínio da biomecânica, tem ajudado os treinadores, a evitar uma análise correctiva baseada apenas nos aspectos analíticos do gesto técnico, centrando mais a observação na sua efectividade. Torna-se então importante, que os treinadores entendam que apesar de princípios biomecânicos e análise técnica estarem relacionados, são domínios de intervenção pedagógica diferentes. Isto é, dois jogadores podem ter técnicas completamente diferentes e, no entanto, usarem princípios biomecânicos durante a execução dos gestos técnicos, de um modo igual e apropriado, o que faz com que as duas técnicas sejam eficazes e não causem qualquer tipo de lesão. Ou seja, os treinadores devem ser exigentes do ponto de vista biomecânico, mas algo flexíveis na implementação de uma certa técnica, dando espaço para a individualidade de cada jogador (estilo pessoal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste artigo iremos considerar a posição de square stance (posição semi-fechada) como uma posição em que a linha formada por ambos os pés se encontra perpendicular à rede, e a posição de openstance (posição aberta) com a linha formada pelos dois pés paralela à rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das maiores preocupações dos jogadores de ténis, é encontrar a forma mais eficaz de aumentar a velocidade de execução, e consequentemente a velocidade da bola, sem no entanto perder controlo no respectivo gesto técnico. Este equilíbrio pode ser alcançado através do correcto desenvolvimento do momento linear e do momento angular e suas relações com as diversas posições dos segmentos corporais. Momento linear representa a quantidade de movimento linear que um corpo consegue produzir. No gesto técnico de direita, o momento linear é desenvolvido através de forças geradas no solo (GRF – Ground Reaction Force), aquando da flexão dos membros inferiores, sendo posteriormente transferidas da perna em posição posterior para a perna em posição anterior. No fundo, o momento linear está relacionado com a chamada transferência de peso “de trás para a frente”. Momento angular representa a quantidade de movimento angular que um objecto consegue produzir. No caso específico do movimento de direita, o momento angular é desenvolvido pela força opositora gerada pelo solo e tende a produzir uma sequência de rotações em diversos segmentos corporais (membros inferiores, anca, tronco, braço, pulso e raquete). Estas rotações quando eficazmente coordenadas com um correcto aproveitamento das estruturas musculares, vão incrementar a velocidade segmento a segmento da cadeia cinética até à raquete. Uma óptima rotação do tronco é fundamental para criar um eficaz momento angular. O tronco faz a ligação entre a energia gerada nos membros inferiores e o braço hábil que suporta a raquete. Está provado que a rotação do tronco está, não só relacionada com a velocidade da raquete, contribuindo em 10% da velocidade final da mesma, mas também com o pré-alongamento dos músculos responsáveis pela aceleração ao nível dos ombros, permitindo assim um maior uso das propriedades elásticas dos respectivos agonistas do movimento, bem como do ciclo muscular alongamento-encurtamento, que pode fazer aumentar a velocidade do segmento em cerca de 20% se realizado em tempos optimais (Besier et at, 1999).IActualmente, o ténis apresenta um carácter competitivo extremamente elevado, em que o sucesso dos jogadores, depende não só da condição física, da motivação e dos aspectos tácticos (Roetert et. al.,1992), citado por Crespo e Reid (2004), mas também da eficiência mecânica dos gestos técnicos individuais. Torna-se então extremamente importante para qualquer treinador, analisar e corrigir todo o tipo de erros mecânicos na performance dos jogadores, para ganhar então, um conhecimento biomecânico profundo, associado à execução dos diferentes gestos técnicos.&lt;br /&gt;A execução do gesto técnico de direita em topspin, tem vindo a evoluir consideravelmente ao longo dos anos. Hoje em dia, os tenistas usam uma variedade de técnicas diferentes em relação às pegas, posições, fases de preparação (backswings) e fases de aceleração (forwardswings), para a execução do respectivo gesto técnico. No entanto, enquanto que alguns destes factores têm sido alvo de análises profundas, apenas muito recentemente se começou a estudar o impacto da posição adoptada pelo jogador em relação à bola, no sucesso final da execução do gesto técnico. Bahamonde e Knudson (1998), citados por Crespo e Reid (2004), avaliaram os respectivos benefícios da Open Stance e da Square Stance, durante a execução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora os jogadores possam usar as duas técnicas (dependendo da estrutura táctica da situação) é a adopção do Open Stance, que tem prevalecido como a preferida na grande maioria dos jogadores modernos, permitindo velocidades e potências elevadas, devido sobretudo à rotação do tronco. No entanto, a pesquisa indica que a Square Stance consegue produzir velocidades mais elevadas na aceleração da raquete, do que as demonstradas na Open Stance, (Bahamonde e Knudson, 2003), citados por Crespo e Reid (2003).&lt;br /&gt;A rotação do tronco na execução dos gestos técnicos é uma das principais razões pela mudança da técnica de execução no gesto técnico de direita. Como já foi referido, muitos jogadores de ténis profissionais, adoptam frequentemente a Open Stance, influenciados muitas das vezes a essa mesma adopção, pelos próprios treinadores. A Open Stance tem de facto vantagens em relação à cobertura do court e às recuperações, devido à posição paralela do jogador em relação à rede no momento de impacto (Hopkins, 1981), citado por Crespo e Reid (2003), e muitos treinadores acreditam na eficácia desta posição devido às elevadas acelerações da velocidade da raquete, causadas pela rotação do tronco. No entanto, não existe pesquisa que suporte esta teoria. De referir também que a Open Stance utiliza muito pouco o momentum linear. Em contrapartida, a Square Stance, retira vantagens da utilização do momentum linear e angular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos de conclusão, a adopção da Open Stance durante o jogo, muitas das vezes, deve-se à situação táctica do mesmo, não estando relacionada de forma alguma com velocidades de aceleração da raquete.&lt;br /&gt;Em relação à prevenção de lesões as opiniões divergem. Segundo Groppel, (1995), citado por Crespo e Reid, a Open Stance pode aumentar o risco de lesões de uso excessivo, no trem superior, mas pelo contrário, segundo Bahamonde e Knudson (2003), citados por Crespo e Reid (2003), este tipo de posição não aumenta a carga nas articulações do trem superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo, é evidente que a prevalência na instrução do gesto técnico de direita em Open Stance sobre o gesto técnico de direita em Square Stance ou vice-versa, não deve ser prescrito antecipadamente pelo treinador. Os jogadores devem ser capazes de executar ambas as técnicas na perfeição, de maneira a alcançar um maior nível de rendimento possível.&lt;br /&gt;Em termos de aproveitamento ideal de ambos os momentos (linear e angular), a técnica mais adequada é a semi-openstance, em que os jogadores aproveitam todas as caracterísitcas angulares relacionadas com o Openstance, e usam em simultâneo a transferência de peso de trás para a frente (momento linear), tirando assim proveito dos dois factores principais na geração de potência no movimento. Este tipo de execução intermédia também permite obter boas amplitudes no percurso de aceleração da raquete, que é um factor vital para gerar velocidade no movimento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5031955860546042866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RdUZMdlKu_I/AAAAAAAAAB4/tQ9nD0Cxq3g/s400/Diapositivo2.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Pedro Caraslindas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;em&gt;Escola Superior de Desporto de Rio Maior&lt;br /&gt;Licenciatura em Treino Desportivo - Aluno da especialização em Ténis&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-3303428399542504186?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/3303428399542504186/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=3303428399542504186&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/3303428399542504186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/3303428399542504186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2007/02/square-stance-e-open-stance-no-gesto.html' title='Square Stance e Open Stance no Gesto Técnico de Direita.'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RdUZCNlKu-I/AAAAAAAAABw/KXD5xivTAEs/s72-c/Diapositivo1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-3038904890994469091</id><published>2007-01-14T22:38:00.000Z</published><updated>2007-01-14T23:10:54.668Z</updated><title type='text'>Análise da Colocação da Resposta ao Serviço</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RaqxpIRktQI/AAAAAAAAABk/KrHfUkKVvPA/s1600-h/Diapositivo1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5020020054811784450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RaqxpIRktQI/AAAAAAAAABk/KrHfUkKVvPA/s400/Diapositivo1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste trabalho procurámos perceber qual o padrão de resposta de alguns dos melhores jogadores do Circuito Profissional, quando jogam em terra batida. Para isso, observámos 13 jogadores (284 respostas ao serviço) durante o Estoril Open de 2006 e tentámos caracterizar o local do campo onde colocam a bola na sequência da resposta ao primeiro e ao segundo serviço do adversário.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;nnn&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Concluímos que:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Em termos gerais, os jogadores preocupam-se em responder sobre o lado esquerdo do adversário;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Do lado direito (Deuce) grande parte das respostas são realizadas para o centro do campo (ao corpo do jogador que serve);&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Do lado esquerdo (Advantage) grande parte das respostas são cruzadas sobre a esquerda do adversário.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;Pedro Caraslindas&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;João Barros&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Escola Superior de Desporto de Rio Maior &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Lic. em Treino Desportivo - Alunos da especialização em ténis&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-3038904890994469091?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/3038904890994469091/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=3038904890994469091&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/3038904890994469091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/3038904890994469091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2007/01/anlise-da-colocao-da-resposta-ao-servio.html' title='Análise da Colocação da Resposta ao Serviço'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RaqxpIRktQI/AAAAAAAAABk/KrHfUkKVvPA/s72-c/Diapositivo1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-2075716027712183397</id><published>2007-01-14T09:48:00.000Z</published><updated>2007-02-25T20:03:49.693Z</updated><title type='text'>Iniciação Precoce...Sim.             Especialização Precoce...Não.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RaoFlIRktPI/AAAAAAAAABY/PSYy07HAsmo/s1600-h/Mini-TÃ©nis+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5019830870092330226" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RaoFlIRktPI/AAAAAAAAABY/PSYy07HAsmo/s320/Mini-T%C3%A9nis+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;À medida que as novas tecnologias, a densidade urbana das nossas cidades e a insegurança vão tomando conta do dia-a-dia das crianças, torna-se cada vez mais necessário pensarmos de que forma adaptar a prática desportiva, e nomeadamente a formação com vista ao alto-rendimento, a esta realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num passado recente os treinadores não tinham que se preocupar em ensinar uma criança a correr ou a saltar. Estas capacidades eram desenvolvidas de forma autónoma pelas crianças, na maioria das vezes, nos jogos de rua realizados com os amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actualmente, são poucas as que têm acesso a este tipo de prática, principalmente nos grandes centros urbanos. Para dificultar ainda mais a tarefa dos técnicos nos clubes, a Educação Física no 1º Ciclo não é uma realidade em muitas Escolas. Os jogos de computador, consolas e outro tipo de diversões que promovem o sedentarismo, também são cada vez mais populares entre as crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, nos clubes de ténis, os treinadores não têm apenas que se preocupar em ensinar princípios técnicos e tácticos da modalidade. Muitas vezes têm que ensinar habilidades básicas como correr, saltar, rodar, lançar, etc…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se trabalhamos com um jovem talento e pretendemos desenvolver um trabalho de base sólido, devemos procurar saber quais as rotinas de actividade física da criança. Devemos certificarmo-nos de que ela, no seu dia-a-dia, tem acesso a uma actividade diversificada que lhe permita potenciar todas as capacidades físicas e coordenativas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se tem acesso à Educação Física na escola, se joga futebol com amigos, se é uma criança activa e com espaço para “brincar” e se pratica ou praticou várias modalidades desportivas, este trabalho poderá estar garantido. Caso contrário, devemos aconselhar os pais a inscrever a criança em actividades paralelas ao ténis, que permitam desenvolver estas capacidades (futebol, natação, karaté, basquetebol, entre outras).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não nos podemos esquecer que existem períodos sensíveis para desenvolver determinadas capacidades físicas e motoras e que, algumas delas, se não forem adquiridas no momento certo, dificilmente o poderão ser no futuro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos evitar a especialização precoce, ou seja, a repetição exaustiva das mesmas acções motoras. É um erro colocar uma criança com 9,10 ou 11 anos apenas a jogar ténis. Não devemos especializar a criança em determinados padrões motores. Esta especialização promove o sucesso a curto prazo mas hipoteca o futuro do jogador. Quantas vezes temos assistido a jovens jogadores que conseguem resultados nos escalões juvenis e depois desaparecem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, não devemos confundir iniciação precoce com especialização precoce. Para se atingir o alto rendimento desportivo defendemos a primeira, mas condenamos a segunda. Ou seja, a criança deve iniciar a prática da modalidade muito cedo (5/6 anos) mas deve especializar-se o mais tarde possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acreditamos que o tenista profissional de sucesso, se diferencie dos outros jogadores porque “bateu” mais direitas, esquerdas ou serviços quando era criança. É lógico que treinaram muito, e desde muito cedo. Mas também sabemos que há muitos a treinar muito, e desde muito cedo... Não nos parece que este seja o factor que diferencia os jogadores a médio-longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Pedro Felner&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:pfelner@hotmail.com"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;pfelner@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-2075716027712183397?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/2075716027712183397/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=2075716027712183397&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/2075716027712183397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/2075716027712183397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2007/01/iniciao-precocesim-especializao.html' title='Iniciação Precoce...Sim.             Especialização Precoce...Não.'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RaoFlIRktPI/AAAAAAAAABY/PSYy07HAsmo/s72-c/Mini-T%C3%A9nis+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-8505332611554043681</id><published>2007-01-09T10:47:00.000Z</published><updated>2007-01-09T11:12:54.410Z</updated><title type='text'>Identificação de Talentos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5017985031987179922" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RaN2zNfSsZI/AAAAAAAAABM/d51SKxhHfu8/s320/blog1.jpg" border="0" /&gt;Este artigo é um resumo da Apresentação do Frank Slezak no simpósio europeu de treinadores 2006. Esta foi uma das apresentações que mais me chamou a atenção em todo o simpósio. O Frank é um dos treinadores mais experientes e reconhecidos da Europa, sendo actualmente o director técnico da Republica Checa e um dos treinadores ITF responsáveis pelas equipas de sub 16, estando por vezes com os sub18. É um dos habituais treinadores presentes há muitos anos nos melhores torneios internacionais destes dois escalões.&lt;br /&gt;Nesta apresentação ele focou as qualidades que são necessárias para ter sucesso no ténis, e que de um modo geral são difíceis de desenvolver, ou seja, considera-se que sejam relativamente inatas.&lt;br /&gt;Na sua apresentação, ele divide as mesmas em dois grandes grupos: as qualidades motoras (ou psico-motoras), e as qualidades psicológicas. As qualidades motoras são vitais para aprender tudo o que está relacionado com o ténis, e as psicológicas para levá-las ao seu máximo potencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como qualidades psico-motoras ele identifica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;1 – Elevados níveis de coordenação&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importantes para:&lt;br /&gt;- uma aprendizagem rápida e eficiente&lt;br /&gt;- resolver melhor situações difíceis&lt;br /&gt;- cobrir melhor o court&lt;br /&gt;- Economia nos batimentos técnicos e na movimentação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nível de coordenação pode ser melhorado em parte a longo prazo através de uma série de desportos (coordenação geral) e pela prática dos diversos aspectos no ténis (coordenação específica), tendo no entanto períodos críticos para o seu desenvolvimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Difícil testar, apenas por observação em outros desportos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinais de coordenação:&lt;br /&gt;- joga economicamente&lt;br /&gt;- os batimentos são fluidos&lt;br /&gt;- consegue aplicar potência sem esforço&lt;br /&gt;- aprende a servir sem problemas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;2 – Níveis elevados de Velocidade Geral&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- uma das condições essenciais para a velocidade específica (cobertura do campo)&lt;br /&gt;(juntamente com a coordenação, velocidade de reacção, níveis mínimos de potência, antecipação, boa preparação, trabalho de pés adequado e conhecimento da geometria do campo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;3 – Baixa tensão muscular&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- importante para a eficiência de todos os batimentos de modo a que a energia possa ser eficazmente transmitida através dos segmentos&lt;br /&gt;- é melhor que seja mais baixa do que mais elevada&lt;br /&gt;- é difícil de influenciar&lt;br /&gt;- A pressão torna as coisas ainda piores, pelo que em treino devem ser relativamente descontraídos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinais de baixa tensão muscular:&lt;br /&gt;- Solto, elegante, batimentos sem esforço, cadeia cinética bem aproveitada, Shot makers&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;4 – Capacidades perceptivas&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- percepção, antecipação e velocidade de reacção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinais de boas capacidades perceptivas&lt;br /&gt;- parecem ter mais tempo que os outros&lt;br /&gt;- bom contacto com a bola – quase sem batimentos fora do sweetspot ou fora de tempo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;5 – Uma figura adequada (somatótipo)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- Uma figura alta e magra é u a grande vantagem. Ajuda a:&lt;br /&gt;1 – cobrir melhor o court&lt;br /&gt;2 – bater mais forte&lt;br /&gt;3 – jogam geralmente mais economicamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- não só alto o suficiente, mas também pernas desportivas (sem ser em x)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- boa postura corporal (direitos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinais para o exposto anteriormente:&lt;br /&gt;- direitos quando andam&lt;br /&gt;- olhar para os pais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;6 – Outras qualidades&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Equilíbrio&lt;br /&gt;Agilidade&lt;br /&gt;Flexibilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como qualidades psicológicas (decisivas para conseguir aplicar as outras qualidades):&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1 – Capacidade para render sobre pressão&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- capacidade para jogar melhor em jogos do que em treino&lt;br /&gt;- em pressão sente-se estimulado para jogar acima dos limites&lt;br /&gt;- Natural born performers (x chokers)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;2 – Capacidade de sacrifico&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nunca desiste do jogo&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;3 – Atitude &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Auto-motivação, self-drive&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;4 – Gosto pelo ténis&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;todos os aspectos do ténis – viagens, etc…&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;5 – Competitividade&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;6 – Vontade de melhorar&lt;br /&gt;7 – Capacidade para treinar com intensidade&lt;br /&gt;8 – Capacidade para se concentrar durante um longo período de tempo&lt;br /&gt;9 – Personalidade&lt;br /&gt;10 – Auto-confiança&lt;br /&gt;11 – Capacidade para se aperceber das situações tácticas&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- intuição&lt;br /&gt;- sensibilidade para o jogo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;A maioria destas capacidades podem mudar na puberdade&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Características dos jogadores de top 10 nos sub 16&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Mais potentes (rápidos) do que os outros, mas consistentes à mesma&lt;br /&gt;- Usam melhor todo o campo (jogam mais perto das linhas&lt;br /&gt;- Procuram ganhar o ponto&lt;br /&gt;- Cobrem bem o campo (graças a excelentes capacidades de percepção e antecipação)&lt;br /&gt;- Tomam decisões rápidas e correctas dentro do court&lt;br /&gt;- Têm níveis elevados de auto-confiança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como conclusão, quando observamos ou trabalhamos com um possível talento, temos de nos aperceber que:&lt;br /&gt;- é um processo contínuo de desenvolvimento&lt;br /&gt;- temos de vê-los sobre pressão&lt;br /&gt;- todas as qualidades anteriormente mencionadas têm de estar a um nível elevado, e algumas delas têm de ser excelentes&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3887/4007/1600/832246/eu.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;César Coutinho&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Site:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;www.cesarcoutinho.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mail:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;ccoutinho@fmh.utl.pt&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tel:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;(+351)938663063&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-8505332611554043681?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/8505332611554043681/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=8505332611554043681&amp;isPopup=true' title='42 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/8505332611554043681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/8505332611554043681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2007/01/identificao-de-talentos.html' title='Identificação de Talentos'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RaN2zNfSsZI/AAAAAAAAABM/d51SKxhHfu8/s72-c/blog1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>42</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-1661631162604966551</id><published>2006-12-28T20:21:00.000Z</published><updated>2007-02-25T20:05:26.012Z</updated><title type='text'>Comunicação com o atleta depois do jogo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“Se desejas ser um bom treinador de ténis deves ser um bom comunicador. A comunicação é a essência do trabalho do treinador” (Martens, 1987).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reflexão feita pelo treinador e pelo atleta depois de um encontro, é dos momentos mais enriquecedores para a formação do jogador, principalmente nos escalões mais jovens. Este momento torna-se ainda mais importante quando o resultado do jogo foi… a derrota. Assim, na comunicação com os jogadores depois da competição o treinador deve ter as seguintes preocupações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Variar o discurso em função das características do jogador. A comunicação do treinador deve preservar ou fomentar a auto-estima e auto-confiança do jogador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não ficar deprimido depois das derrotas nem eufórico depois das vitórias;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nunca ignorar um jogador depois de um jogo, qualquer que tenha sido o seu desempenho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Falar com o jogador passadas algumas horas ou no dia seguinte, de forma a evitar que, tanto o jogador como o treinador, sejam excessivamente influenciados pelas emoções do jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Independentemente do resultado, o treinador deve sempre cumprimentar o jogador depois do jogo (dando-lhe uma palmada nas costas e passando-lhe o braço pelo ombro) para demonstrar que o apoia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O treinador deve sempre deixar o jogador falar primeiro, e só depois expor as suas ideias. Desta forma, demonstra que valoriza as suas opiniões e obriga e jogador a reflectir sobre aquilo que produziu no jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O treinador deve centrar a sua comunicação nos aspectos relacionados com o rendimento e procurar afastar-se o mais possível do resultado final. O discurso do treinador deve resultar de uma observação objectiva daquilo que o jogador produziu e da forma como atingiu, ou não, os objectivos traçados pelo treinador antes do jogo e/ou durante os treinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na comunicação com o jogador no final do jogo o treinador deve ser coerente com os princípios que defende no treino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O treinador não deve considerar o jogo como um fim em si mesmo, mas como mais um momento da carreira e do processo de formação do atleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Retirar sempre aspectos positivos das derrotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quando o jogador está muito decepcionado depois de uma derrota, o treinador deve tentar relativizar a importância do jogo e do ténis na sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Motivar o jogador para continuar a esforçar-se a 100% nos treinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos autores defendem que as habilidades de comunicação estão entre as competências que mais diferenciam os treinadores de sucesso dos restantes. Da mesma forma que um atleta treina para desenvolver os seus índices físicos ou as suas capacidades técnico-tácticas, também os treinadores devem estar sensibilizados para “treinar” as habilidades que determinam o sucesso da sua prática. A capacidade de comunicarmos eficazmente com os nossos atletas não está apenas dependente de características inatas… deve ser treinada e desenvolvida na nossa prática diária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Pedro Felner&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;E-mail:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@hotmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#996633;"&gt;&lt;strong&gt;pfelner@hotmail.com&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Tel:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;&lt;strong&gt;(+351) 919371824&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-1661631162604966551?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/1661631162604966551/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=1661631162604966551&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/1661631162604966551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/1661631162604966551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/12/comunicao-com-o-atleta-depois-do-jogo.html' title='Comunicação com o atleta depois do jogo'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-116505770387531053</id><published>2006-12-02T11:04:00.000Z</published><updated>2006-12-11T17:01:44.487Z</updated><title type='text'>A Preparação Física e o planeamento na Alemanha</title><content type='html'>As capacidades físicas desempenham um papel cada vez mais relevante na performance dos atletas de alto rendimento. Tanto do ponto de vista da performance como do ponto de vista da prevenção de lesões. No entanto, estas não podem ser trabalhadas apenas quando é feita uma aposta profissional, visto que os períodos ideais para o trabalho das mesmas é em muitos casos antes. A federação alemã utiliza os seguinte sistemas:&lt;br /&gt;- Para o trabalho e diagnóstico com os mais novos, têm uma competição anual que funciona como uma espécie de campeonato Nacional de equipas com as selecções regionais da Alemanha, bem como com a equipa nacional. A este evento eles denominam de Talent-CUP. Este evento ocorre durante alguns dias (quase uma semana), com todos os melhores de sub 12 reunidos num determinado local da Alemanha que detenha condições para a realização de todas as actividades.&lt;br /&gt;- Para o trabalho e diagnóstico com os mais velhos, ou seja, a partir do escalão de sub 14, trabalham em conjunto com uma universidade, onde realizam todos os testes dos atletas e em que o responsável da universidade trabalha em conjugação com o responsável da federação para o desenvolvimento de programas individualizados para os melhores jogadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os métodos utilizados para análise são de um modo geral os seguintes:&lt;br /&gt;1 – Testes complexos de laboratório – 1 vez em cada macrociclo&lt;br /&gt;2 – Análise de Vídeo – 2 vezes em cada macriciclo&lt;br /&gt;3 – Sprints, Saltos e Bola medicinal – 3 vezes em cada macrociclo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talent CUP&lt;br /&gt;Esta competição serve de diagnóstico e de rastreio de todas as capacidades técnicas e físicas dos melhores alemães numa fase precoce (11 anos). Tem como objectivo:&lt;br /&gt;- Obter informações sobre os fundamentos base de cada jogador&lt;br /&gt;- Identificar factores que possam contribuir para a não obtenção de níveis optimos de performance&lt;br /&gt;- Torna possível a prescrição de programas individualizados aos jogadores mais talentosos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estrutura da competição&lt;br /&gt;As equipas são compostas por 4 rapazes e 4 raparigas&lt;br /&gt;1ª parte - ténis&lt;br /&gt;4 singulares femininos + 4 singulares masculinos&lt;br /&gt;2 pares masculinos + 2 pares femininos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2ª parte – competição física&lt;br /&gt;- coordenação&lt;br /&gt;- saltos&lt;br /&gt;- lançamentos&lt;br /&gt;- corrida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3ª parte – jogos de equipa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;resultado final = ténis + competição física + jogos de equipa = vencedor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em paralelo aos jogos, realizam testes físicos mais precisos a todos os jogadores que são baseados na estrutura anterior dos jogos físicos.&lt;br /&gt;Os resultados encontrados espelham o trabalho que alguns jogadores não fazem nas suas equipas, e encontram muitas vezes uma grande diferença entre capacidades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nº 1 no ténis = nº75 na parte física&lt;br /&gt;Nº 1 no físico = nº55 no ténis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É vital construir a base!!!!!!!&lt;br /&gt;Um dos casos recentes:&lt;br /&gt;Peter K. (1993)&lt;br /&gt;Aos 11 anos – nº17 da Alemanha e nº5 nos testes físicos&lt;br /&gt;Aos 12 anos – nº4 da Alemanha&lt;br /&gt;Aos 13 anos – nº1 da Alemanha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A base de desenvolvimento das capacidades vai ditar grande parte do sucesso futuro.&lt;br /&gt;Para melhorá-la devemos incentivá-los a fazer outros desportos até aos 12 anos de idade e dar ênfase nos nossos treinos a aspectos de ordem física nas janelas das componentes críticas fundamentais nestas idades.&lt;br /&gt;Quando começamos a trabalhar com equipas de sub 14, devemos começar a ter uma coordenação superior com universidades para avaliação mais precisa de determinados factores.&lt;br /&gt;Na avaliação da força que a federação alemã tem realizado, encontraram os seguintes padrões a começar nestas idades - sub 14:&lt;br /&gt;- Os abdominais não estão devidamente trabalhados (3:4) relativamente aos dorsais;&lt;br /&gt;- encontram 15 a 20% de diferença entre as duas pernas, e os hamstrings menos desenvolvidos que os quadriceps&lt;br /&gt;- encontram 15 a 20% de diferença entre os dois braços&lt;br /&gt;- Na plataforma de trabalho proprioceptivo, a maioria dos jogadores tem de sair da plataforma quando pedem para fechar os olhos&lt;br /&gt;Como teste de resistência fazem o teste de VO2máx, com avaliação do limiar anaeróbio na passadeira.&lt;br /&gt;Depois de todos os testes realizados, vão fazer a periodização do atleta. Nesta mesma periodização, usam os seguintes passos:&lt;br /&gt;1 – escolhem os torneios mais importantes da época para o atleta&lt;br /&gt;2 – decidem os períodos de treino relativamente às fases de pico de rendimento que pretendem para os atletas&lt;br /&gt;3 – Desenham os macrociclos&lt;br /&gt;4 – Desenham os microciclos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O planeamento depois é colocado em prática pelo treinador nacional ou pelo treinador do atleta (ou os dois em conjunto), visando a melhor performance possível do jogador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este artigo foi realizado com base na apresentação de Hans Peter Born e Heins Kleinoder no Simpósio Europeu de Treinadores de ténis 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3887/4007/1600/832246/eu.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;César Coutinho&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Site:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;www.cesarcoutinho.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mail:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;ccoutinho@fmh.utl.pt&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tel:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;(+351)938663063&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-116505770387531053?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/116505770387531053/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=116505770387531053&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116505770387531053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116505770387531053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/12/preparao-fsica-e-o-planeamento-na.html' title='A Preparação Física e o planeamento na Alemanha'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-116481567479973905</id><published>2006-11-29T15:50:00.000Z</published><updated>2007-02-25T20:06:12.754Z</updated><title type='text'>Desenvolvimento da Auto-Confiança</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Definição&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A auto-confiança está relacionada com a segurança que um jogador tem em si próprio para ganhar um encontro e está muito relacionada com a noção de auto-percepção de competência. Esta depende da forma como o atleta interpreta o resultado da sua prática, em função dos objectivos que pretende atingir. A auto-confiança não está relacionada com o nível de prática do jogador, mas com a forma como este se compara com aqueles que o rodeiam.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Contexto de Prática&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A auto-percepção de competência é muito influenciada pelo contexto em que a prática está inserida e pelas situações de sucesso ou insucesso com que vai sendo confrontado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por um lado, as situações de sucesso constante podem originar excesso de auto-confiança e não promover o correcto desenvolvimento do atleta (o estimulo não é o mais adequado), por outro lado, colocá-lo constantemente sobre situações demasiado difíceis, e derrotas constantes, podem originar problemas de auto-confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O treinador tem de ter a preocupação de equilibrar a grau de dificuldade com que o atleta se depara, tanto em treino como em competição. Para isso, deve ser criterioso na escolha das situações de exercício, no nível de prática dos parceiros de treino e na escolha das competições a realizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esta razão, um plano competitivo equilibrado é essencial, principalmente entre os mais jovens. Embora seja um tema de carácter subjectivo, propomos uma relação de três vitórias para uma derrota como fórmula ideal para o desenvolvimento do jogador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não devemos deixar que jovens atletas se habituem a ganhar sempre, como acontece com muitos “jovens campeões”, mais preocupados em somar vitórias e pontos para o ranking, do que em procurar jogos difíceis que promovam o seu desenvolvimento enquanto jogadores. Esta cenário tem, na maioria das vezes, um final pouco feliz: os jogadores não se desenvolvem convenientemente e as vitórias deixam de aparecer com tanta frequência. Habituados a ganhar sempre, reagem com frustração às dificuldades, baixando a auto-estima e originando muitas vezes o abandono precoce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contextos de prática desajustados dos objectivos do jogador = Insucesso = Perda de auto-confiança e frustração&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gestão das expectativas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro factor importante na auto-confiança é a gestão das expectativas. A criação de expectativas demasiado elevadas, para além de colocar demasiada pressão sobre o jogador, pode ser negativo em termos de auto-confiança, quando os resultados não vão ao encontro dessas mesmas expectativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O treinador e os pais são os principais responsáveis por este equilíbrio. Muitas vezes ouvimos frases do género “este jogo vai ser fácil”, “na final deves apanhar o jogador X”, “tens mais jogo que ele”, etc. Estes comentários são formas subtis de colocar pressão sobre o jogador e promover maiores níveis de frustração, caso este não consiga ir ao encontro dessas expectativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Expectativas Elevadas = Os resultados não vão ao encontro das expectativas criadas = Perda de auto-confiança&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clima de Treino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clima de treino é decisivo para criar jogadores com confiança em si próprios. O treinador deve promover um clima positivo e dar autonomia ao jogador para este desenvolver a sua própria personalidade. Deve ser evitada a critica constante e a valorização do erro. É importante que o treinador valorize o jogador, o deixe participar activamente no treino e tenha a capacidade de o ouvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Clima Negativo = Valorização do erro e do fracasso =&lt;br /&gt;Perda de auto-confiança&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RXpA3bqme1I/AAAAAAAAAAU/AzD5PkcRbY0/s1600-h/Pedro+Felner.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Pedro Felner&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;e-mail:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@hotmail.com"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;pfelner@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Tel:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;(+351) 919371824&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-116481567479973905?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/116481567479973905/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=116481567479973905&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116481567479973905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116481567479973905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/11/desenvolvimento-da-auto-confiana.html' title='Desenvolvimento da Auto-Confiança'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-116411250494780831</id><published>2006-11-21T12:25:00.000Z</published><updated>2006-12-11T17:03:38.812Z</updated><title type='text'>O Ténis Feminino - Anne Marie Rouschon</title><content type='html'>O artigo exposto é realizado com base na apresentação de Anne Marie Rouschon no simpósio Europeu de Treinadores de Ténis 2006. Anne é uma das mais conceituadas especialistas em ténis feminino do mundo, tendo trabalhado com quase todas as grandes jogadoras francesas dos últimos 20 anos enquanto Treinadora Nacional da Federação Francesa de Ténis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Quais é que são os aspectos necessários para atingir um nível elevado de rendimento no ténis feminino?&lt;br /&gt;2 – Quais é que são as capacidades necessárias para uma rapariga de 7/8 anos de idade?&lt;br /&gt;3 – A competição tem um papel importante no desenvolvimento do jogo antes dos 12 anos de idade?&lt;br /&gt;4 – Quais é que são as especificidades psicológicas entre as jogadoras de idade compreendida entre os 7 e os 12?&lt;br /&gt;5 – Qual é o papel dos pais nos nossos dias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando tentamos responder à primeira questão verificamos que quando falamos de alto rendimento, a ordem dos factores é praticamente inversa aqueles que são os mais relevantes na fase de aprendizagem inicial. No alto rendimento a ordem de importãncia é a seguinte:&lt;br /&gt;1 - Capacidade Mentais&lt;br /&gt;2 - Capacidade Físicas&lt;br /&gt;3 - Capacidade Tácticas&lt;br /&gt;4 - Capacidade Técnicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falamos da fase de aprendizagem, o primeiro factor alterna com o quarto, sendo que as capacidades técnicas passam a encabeçar a lista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente que há uma relação íntima entre o rendimento ao mais alto nível e aquilo que foi feito nas fases iniciais. Vamos tomar como exemplo o caso da Tatiana Golovin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Tatiana começou a jogar ténis quando tinha 3 anos de idade no ASM Belfort Club.&lt;br /&gt;- Desde criança que ela tinha Educação Física por volta de 1 a 2 horas por dia&lt;br /&gt;- em 1995, durante uma visita de um dos treinadores nacionais franceses - P. Dominguez - ficou impressionado com a qualidade do seu jogo. Ela tinha apenas 7 anos de idade!&lt;br /&gt;- A quantidade das sessões de treino subiu de acordo com o programa francês de jovens talentos, mas não foi suficiente para os pais dela que se mudaram para a Nick Bolletieri Tennis Academy de modo a que ela pudesse treinar mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Tatiana Golovin nasceu em Moscovo em 25-01-1988&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das regras de ouro nos grandes talentos femininos é que todas atravessam rapidamente o ranking WTA integrando rapidamente o Top 100&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ranking Tennis Europe&lt;br /&gt;2000= U14 : nº49 (com apenas 12 anos!)&lt;br /&gt;2001= U16 : nº310&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WTA&lt;br /&gt;2002= nº375 (14 anos de idade! Podendo jogar apenas 5 torneios)&lt;br /&gt;2003= nº345&lt;br /&gt;2004= nº27&lt;br /&gt;2005= nº25 (17 anos de idade)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um modo geral, todas as melhores jogadoras entram num top 50 antes do 20 anos de idade, sendo que a maioria das melhores são ainda mais precoces. Exemplos disso são a Mónica Seles, Jennifer Capriati, Iva Majoli, Martina Hingis, Anna Kournikova, Mary Pierce, Nicole Vaidisova, etc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O serviço é uma arma bastante forte que pode e deve ser bem desenvolvida desde a base. Alguns dos aspectos fundamentais são:&lt;br /&gt;- Pega continental (ou de martelo) – é fundamental&lt;br /&gt;- Orientação de ombros e de pés&lt;br /&gt;- lançar a bola com a mão aberta – é fundamental&lt;br /&gt;- posição de ombros – é fundamental&lt;br /&gt;- ritmo no movimento e aceleração para o batimento&lt;br /&gt;- alongamento do corpo no ponto de impacto&lt;br /&gt;- O braço terminar à frente do corpo na fase final do acompanhamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas estas instruções são possíveis de realizar se a jogadora servir da linha de serviço usando uma raquete adequada à idade, e bolas sem pressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projecto familiar é extremamente importante nesta fase. No entanto é necessário ter cuidado com pais demasiadamente envolvidos na carreira dos filhos. Esse facto traz geralmente sucesso desportivo, mas muitos conflitos familiares no presente e no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma nova geração de pais está a aparecer, eles estão mais adaptáveis a novas culturas e apostam muito forte na carreira e no sucesso das suas filhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, para haver sucesso em alto rendimento, o envolvimento dos pais tem de diminuir gradualmente de modo a que o atleta vá tomando conta do seu próprio projecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A competição nos sub 12 é extremamente importante para criar hábitos desde cedo. A jogadora começa a perceber o que é estar no circuito profissional, habituando-se a viajar com o treinador, a treinar todos os dias os aspectos tácticos e físicos, e a receber apoio psicológico do treinador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características psicológicas da jogadora antes dos 12:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É extremamente importante a comunicação entre pais e treinador nesta fase, visto que é preciso perceber qual é a representação do ténis para a jogadora. Normalmente essa representação está relacionada com os pais, e habitualmente com o pai, razão pela qual a jogadora precisa de resultados a curto prazo porque assim que começa a não ganhar ela estagna a sua evolução devido ao facto de não conseguir lidar com o fracasso, e o que isso representa para ela em termos de auto-estima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características psicológicas vitais a ter em consideração para qualquer pessoa que trabalhe com raparigas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - As raparigas preferem colaborar em vez de competir&lt;br /&gt;2 - Ela quer partilhar amizade nos jogos&lt;br /&gt;3 - Ela procura companhia e não confrontação – que é um comportamento masculino (muitos treinadores cometem o erro de esperar das raparigas as mesmas atitudes dos rapazes)&lt;br /&gt;4 - A rapariga sente-se mal numa situação de jogo em singulares e tem de ser preparada para isso psicologicamente.&lt;br /&gt;5 - As raparigas precisam sempre de confirmação que a família e os amigos mais íntimos incluindo o treinador, gostam dela independentemente dos resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agressividade não é uma qualidade natural no comportamento feminino!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As questões hormonais e em especial a testosterona explicam o comportamento masculino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os treinadores usam muitas vezes um discurso agressivo com as atletas femininas como forma de desenvolver a agressividade para ter sucesso em competição – quando pedimos a uma jogadora para ser agressiva ela sente-se muito infeliz, porque ela pensa que tem de odiar a sua adversaria e tem medo de perder o amor das pessoas perto dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esta razão, a jogadora em fases precoces tem de ser sobreprotegida, o que torna um grupo feminino muito difícil de gerir!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que ela sabe que será protegida, que não vai ser julgada, mas sim que vão gostar dela incondicionalmente...então ela está pronta a actuar...como uma máquina!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre outras razões, este comportamento psicológico pode explicar o jogo estereotipado observado no ténis feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A jogadora está sob total domínio do seu treinador e confia nos seus conselhos...”o meu treinador quer que eu ganhe, portanto faço o que ele diz”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do lado contrário está um jogo mais creativo, que implica que a jogadora seja mais auto-suficiente, menos “sob dominação”, e capaz de tomar as suas próprias opções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por estas razões, a relação treinador-atleta funciona realmente como um casal e pode acabar em casamento passado alguns anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, esta relação explica o facto de vários pais optarem por serem eles os treinadores das suas filhas, ou de as acompanharem em viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como treinadores a trabalhar com um talento feminino, devemos comportar-nos de uma forma específica:&lt;br /&gt;1 - Perceber o projecto familiar, ou seja, porquê que eles estão tão envolvidos no jogo da filha, os seus direitos;&lt;br /&gt;2 - Colaborar com eles em vez de lutar contra eles e tirá-los fora;&lt;br /&gt;3 - Associar os pais às decisões e à escolha de programas;&lt;br /&gt;4 - Marcar regras de comportamento, respeitá-las e fazer com todos os restantes envolvidos no projecto as respeitem;&lt;br /&gt;5 - Fazê-los saber sobre os aspectos positivos e negativos da comunicação deles com a auto-confiança da filha e o risco de tal escolha;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começar a treinar numa idade precoce com o objectivo de atingir o alto rendimento é possível se...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...o treinador souber lidar com as especificidades psicológicas das raparigas nessas idades, e consequentemente adaptar os seus métodos de ensino&lt;br /&gt;...se o treinador se preocupar com as capacidade físicas e adaptar o seu processo de treino&lt;br /&gt;...se o treinador tiver conhecimento dos riscos físicos e psicológicos da desistência precoce e fizer tudo o que estiver ao seu alcance para proteger a jovem jogadora talentosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(apresentação de Anne Marie Rouschon no Simpósio Europeu de Treinadores 2006)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3887/4007/1600/832246/eu.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;César Coutinho&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Site:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;www.cesarcoutinho.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mail:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;ccoutinho@fmh.utl.pt&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tel:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;(+351)938663063&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-116411250494780831?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/116411250494780831/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=116411250494780831&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116411250494780831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116411250494780831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/11/o-tnis-feminino-anne-marie-rouschon.html' title='O Ténis Feminino - Anne Marie Rouschon'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-116351575130818617</id><published>2006-11-14T14:44:00.000Z</published><updated>2006-12-11T17:04:27.215Z</updated><title type='text'>MOTIVAÇÃO INTRINSECA E EXTRINSECA</title><content type='html'>A motivação é uma das características psicológicas mais estudadas e valorizadas ao nível do rendimento desportivo. O sucesso do jogador depende, em grande parte, da motivação que tem para treinar e competir. Por outro lado, o sucesso do treinador também está muito dependente da forma como consegue maximizar os níveis de motivação do atleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Balaguer e Atienza (1994), “motivação é o desejo de iniciar e persistir numa actividade. É o “motor” de todos os comportamentos. Sem motivação não há acção.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessa ao treinador perceber que tipos de motivações suportam a actividade desportiva do atleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos distinguir dois tipos de motivação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Motivação INTRINSECA – Direccionada para a TAREFA/COMPETÊNCIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caracterização:&lt;br /&gt;- Associada ao prazer pela modalidade;&lt;br /&gt;- Progresso pessoal;&lt;br /&gt;- Valoriza o esforço, a aprendizagem e a competência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associado aos seguintes comportamentos:&lt;br /&gt;- Encara o resultado como uma consequência do trabalho realizado;&lt;br /&gt;- Prazer em treinar e competir;&lt;br /&gt;- Encara a competição como um factor de desenvolvimento e aprendizagem;&lt;br /&gt;- Promove a permanência na actividade;&lt;br /&gt;- Reforça o esforço;&lt;br /&gt;- Valoriza a pessoa em outras áreas que não somente no ténis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Motivação EXTRINSECA – Direccionada para o EGO/RESULTADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caracterização:&lt;br /&gt;- Associada a factores externos à modalidade: estatuto social, ego, comparação com os outros, prémios, reconhecimento/elogios;&lt;br /&gt;- Valoriza o resultado e as suas consequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associado aos seguintes comportamentos:&lt;br /&gt;- Vitória a todo o custo;&lt;br /&gt;- Altos níveis de ansiedade;&lt;br /&gt;- Falta de prazer nos treinos;&lt;br /&gt;- Descontrolo emocional;&lt;br /&gt;- Desistência e “desculpas” perante resultados desfavoráveis;&lt;br /&gt;- Mau comportamento e anti-desportivismo;&lt;br /&gt;- Abandono precoce;&lt;br /&gt;- Frustração perante as derrotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O treinador é a principal referência (desportiva) do jovem atleta. Por esta razão, tem um papel decisivo no tipo de motivação apresentada pelo atleta e deve criar as condições, junto destes e junto dos pais, para que a motivação do jovem esteja associada aos factores intrínsecos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jogadores de sucesso são jogadores motivados intrinsecamente (preocupados com o que fazem e não com aquilo que os outros pensam ou com possíveis recompensas), estão direccionados para o êxito (não pensam em perder, são realistas e optimistas e atribuem os seus êxitos e fracassos a aspectos internos) e para o rendimento (jogar bem, dar tudo o que podem, etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De que forma intervir para promover o desenvolvimento da motivação INTRINSECA?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Valorizando e premiando o esforço e o desempenho;&lt;br /&gt;- Criando, em treino e em competição, um ambiente saudável e descontraído;&lt;br /&gt;- Definindo objectivos realistas e centrados no desenvolvimento das capacidades (objectivos de desempenho);&lt;br /&gt;- Valorizar a ideia de que os resultados são uma consequência natural do esforço e da melhoria das capacidades técnico-tácticas, físicas e psicológicas;&lt;br /&gt;- Organizar um plano competitivo ambicioso mas adaptado às capacidades do atleta;&lt;br /&gt;- Proporcionar as condições de treino necessárias para o desenvolvimento do atleta;&lt;br /&gt;- Evitar “pressão” dos pais ou do treinador para alcançar resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal estratégia associada à motivação, está relacionada com a correcta definição de objectivos. Trataremos desta temática num dos próximos artigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RXpA3bqme1I/AAAAAAAAAAU/AzD5PkcRbY0/s1600-h/Pedro+Felner.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Pedro Felner&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;e-mail:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@hotmail.com"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;pfelner@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Tel:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;(+351) 919371824&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-116351575130818617?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/116351575130818617/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=116351575130818617&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116351575130818617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116351575130818617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/11/motivao-intrinseca-e-extrinseca.html' title='MOTIVAÇÃO INTRINSECA E EXTRINSECA'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-116338044058824645</id><published>2006-11-13T01:11:00.000Z</published><updated>2006-12-11T17:04:57.824Z</updated><title type='text'>Factores de que depende a velocidade da raquete</title><content type='html'>Há vários factores que contribuem para um aumento da velocidade da raquete e para a velocidade da bola segundo Cross (2001):&lt;br /&gt;- Uso da energia elástica;&lt;br /&gt;- Aumento do percurso de aceleração da raquete para a bola;&lt;br /&gt;- Coordenação entre todos os elos da cadeia cinética;&lt;br /&gt;- Conjugação entre momento angular e momento linear;&lt;br /&gt;- Força muscular nas suas diversas variantes (máxima, rápida e reactiva);&lt;br /&gt;- Peso da bola;&lt;br /&gt;- Composição da raquete;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aumento da velocidade de bola conseguido através da potenciação do ciclo muscular alongamento-encurtamento deve-se fundamentalmente a dois factores:&lt;br /&gt;- A recuperação da energia elástica armazenada (Wilson et al., 1991);&lt;br /&gt;- Um estado mais elevado de activação muscular no início da contracção concêntrica, precedida de uma contracção excêntrica (Walshe et al., 1998).&lt;br /&gt;Sabemos também que quanto maior o intervalo entre a fase excêntrica e concêntrica, maior a perda de energia elástica. (Elliott et al., 1999). Por essa razão há um tempo optimal que deve ser respeitado entre a fase de balanço e a fase principal de uma determinada acção articular de modo a retirar o máximo de rendimento da mesma. Esse rendimento pode andar entre os 10 e os 20 % na velocidade final da bola (Elliott et al., 1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a fase de backswing ou fase de balanço de um movimento de serviço, os músculos responsáveis pela rotação interna do braço, ajudam a travar a rotação externa, o que potencia a aceleração de um dos movimentos mais importantes no desenvolvimento da velocidade da raquete num serviço em potência (chapado) (Elliott et al., 1995) se as capacidades elásticas do músculo forem respeitadas.&lt;br /&gt;Kraemer et al. (2000) verificaram que um programa específico de trabalho da força em tenistas pode aumentar a velocidade da raquete no instante de impacto com a bola.&lt;br /&gt;Considerando que a contracção excêntrica é de grande importância para a potenciação do movimento, é de vital importância que a flexibilidade esteja a par do treino da força. Os objectivos do trabalho da flexibilidade no ténis são os seguintes:&lt;br /&gt;- Optimizar as capacidades elásticas do músculo;&lt;br /&gt;- Criar amplitudes adequadas de movimento em articulações específicas;&lt;br /&gt;- Melhorar a coordenação intramuscular. (Grosser &amp; Schonborn, 2001)&lt;br /&gt;Outra característica de sucesso referenciada por atletas e treinadores é o peso da bola. A combinação da velocidade de bola com a quantidade de topspin que ela leva produz o que é chamado de “peso na bola” (Crespo &amp;amp; Reid, 2003).&lt;br /&gt;O aumento do percurso de aceleração da raquete é também de vital importância para o incremento da velocidade. Reid e Elliott (2002) verificaram que os jogadores de alto rendimento têm um percurso de aceleração da raquete de aproximadamente 225 graus ao contrário do que se pensava – 180 graus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A composição da raquete também influência a velocidade final do movimento. Alterações no material causaram uma revolução no design dos materiais ao longo dos últimos 30 anos, e sem dúvida contribuíram para uma mudança no estilo de jogo. Houveram diversas alterações à estrutura das raquetes, de modo que neste momento as raquetes são mais leves e mais resistentes do que as raquetes existentes há 5 anos, e muito mais do que as antigas raquetes de madeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há diversos factores na composição da raquete que podem influenciar o movimento e consequentemente a velocidade da cabeça da raquete no impacto:&lt;br /&gt;- Comprimento – Afecta a facilidade com que um atleta executa um balanceamento. Raquetes mais compridas apresentam um momento de inércia mais elevado devido ao facto do seu centro de massa estar mais longe do ponto de aplicação da força. Mitchell et al. (2000) mostraram que o momento de inércia é inversamente proporcional à velocidade do movimento.&lt;br /&gt;- Massa – A massa total da raquete afecta a maneabilidade global da mesma.&lt;br /&gt;- Dimensão da cabeça da raquete (área de batimento) – Esta normalmente afecta a dimensão do Sweetspot. Quanto maior a área da cabeça da raquete, maior a área em que a raquete pode entrar em contacto com a bola com menor sensação de vibração.&lt;br /&gt;- Falta de Elasticidade (stifness) – Quanto mais deformável é uma raquete, menos vibração provoca, diminuindo a velocidade de saída da bola. Uma raquete que se deforma menos quando entra em contacto com a bola perde menos energia na deformação, sendo essa energia transferida para a bola aumentando a velocidade da mesma (Miller &amp;amp; Cross, 2003).&lt;br /&gt;- Distribuição da massa – Se a massa estiver mais na parte final da raquete, será mais difícil de executar o movimento, mas gerará uma maior velocidade de bola (Brody, 2002), tendo como consequência alguma perda de controlo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3887/4007/1600/832246/eu.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;César Coutinho&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Site:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;www.cesarcoutinho.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mail:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;ccoutinho@fmh.utl.pt&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tel:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;(+351)938663063&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-116338044058824645?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/116338044058824645/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=116338044058824645&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116338044058824645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116338044058824645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/11/factores-de-que-depende-velocidade-da.html' title='Factores de que depende a velocidade da raquete'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-116311733926140067</id><published>2006-11-10T00:06:00.000Z</published><updated>2006-12-11T17:05:18.066Z</updated><title type='text'>O perfil do treinador do Futuro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No simpósio Mundial de treinadores de ténis, realizado na Turquia em 2005, o tema principal foi “Qualidade de Treino para o Futuro…já!”. Dentro deste tema, o principal factor referenciado pelos melhores especialistas a nível mundial, foi o perfil dos treinadores. Luís Bruguera, no simpósio Europeu de Treinadores 2004 realizado em Malta, referiu como uma das principais características de sucesso do ténis espanhol, o facto de haver muitos treinadores ambiciosos que querem ser treinadores no circuito profissional, o que faz com que haja um maior acompanhamento dos jogadores, e uma vontade de aprendizagem superior, aparecendo naturalmente o sucesso desportivo com cerca de 12 jogadores no Top 100 ATP e 21 jogadores no Top 200.&lt;br /&gt;Todos os principais prelectores referiram a importância de haver um programa de detecção de talentos de treinadores a par de um programa de detecção de talentos de jogadores. A estes, é necessário criar condições de desenvolvimento, possibilitando experiências internacionais e dando possibilidade de formação de modo a atingirem o seu máximo potencial (jogadores e treinadores). De facto, não é possível criar jogadores se não tivermos treinadores capazes de o fazer e com tanta vontade de serem treinadores de alto rendimento quanta a vontade dos jogadores em atingirem um determinado nível de performance. É necessário ligar os jogadores de maior talento, aos treinadores de maior talento, experiência e conhecimento de modo a obter os melhores resultados. Se esta ligação ficar ao acaso, os resultados também só aparecerão por acaso.&lt;br /&gt;Segundo Miguel Crespo (2005), actualmente os treinadores têm de ter conhecimento em diversas áreas do treino:&lt;br /&gt;- Conhecimento do jogo&lt;br /&gt;- Saber jogar a determinado nível&lt;br /&gt;- Prevenção de Lesões&lt;br /&gt;- Gestão de risco&lt;br /&gt;- Desenvolvimento, aprendizagem e crescimento humano&lt;br /&gt;- Treino, preparação física e nutrição&lt;br /&gt;- Aspectos sociais e psicológicos do treino e da competição&lt;br /&gt;- Técnica, táctica e estratégia&lt;br /&gt;- Administração e Gestão&lt;br /&gt;- Preparação pessoal e promoção (Marketing, relações públicas, etc.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O treinador tem de estar tão comprometido como o jogador num projecto para que haja resultados. Os dois têm perfis diferentes, como foi referido por Carl-Axel e Stefan Edberg recentemente na Suécia, mas têm de estar comprometidos num projecto comum.&lt;br /&gt;- Treinador – trabalho árduo, viagens, liderança, experiência, capacidades técnicas e conhecimento&lt;br /&gt;- Jogador – 110% comprometido, treinar com intensidade, capacidade para aprender (ouvir e tentar aplicar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto Javier Duarte no simpósio espanhol realizado no fim-de-semana passado, como o Frank Slezak (director técnico da República Checa e treinador ITF) no simpósio Europeu realizado em Outubro deste ano referiram que acreditam mais em projectos individuais apoiados em estruturas de competição, do que apenas nas estruturas em si. Referiram inúmeros exemplos de sucesso no circuito que são baseados neste tipo de estrutura móvel, aproveitando o que de melhor se faz em cada ponto do mundo, quando se enquadra adequadamente na evolução do atleta. Isto torna-se mais relevante quando falamos de ténis feminino, no entanto, é vital em ambos os géneros. Olhemos para os exemplos de top internacional e verificamos que há sempre alguém bastante perto do jogador que orientou o processo de perto, com uma relação pessoal e profissional forte com o atleta, em todos os períodos do seu desenvolvimento até atingir uma base de sucesso internacional – Ferrero, Kuerten, Sampras, Federer, Henin, Sharapova, Williams, Mauresmo, Nadal, etc…&lt;br /&gt;Quando entramos num projecto individual mais ambicioso, temos de estar preparados para viajar tanto como o atleta, passar o mesmo número de horas que o atleta no campo, mais muitas outras horas em planificação. Temos de nos manter actualizados do que melhor se faz a nível internacional, e de quais os diversos caminhos para o sucesso, e acima de tudo, acreditar nas capacidades do/a atleta em questão. Um dos factores referidos pelos atletas de top como sendo determinante para o sucesso que conseguiram atingir, e que lhes ajudou bastante a atingir o topo foi o facto do treinador deles na altura acreditar que eles poderiam conseguir...&lt;br /&gt;Uma das preocupações da ITF expressa na Turquia, é o facto de haver cada vez menos treinadores a nível mundial a quererem desempenhar um papel de entrega necessário ao sucesso do atleta, o que tem como consequência uma natural diminuição do número de atletas...será esse um dos problemas do nosso país??...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3887/4007/1600/832246/eu.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;César Coutinho&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Site:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;www.cesarcoutinho.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mail:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;ccoutinho@fmh.utl.pt&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tel:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;(+351)938663063&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-116311733926140067?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/116311733926140067/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=116311733926140067&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116311733926140067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116311733926140067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/11/o-perfil-do-treinador-do-futuro.html' title='O perfil do treinador do Futuro'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-116282910501808402</id><published>2006-11-06T16:02:00.000Z</published><updated>2006-12-11T17:06:02.692Z</updated><title type='text'>A IMPORTANCIA DO SERVIÇO E DA RESPOSTA AO SERVIÇO NA FORMAÇÃO DE JOVENS JOGADORES</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Basta observarmos um encontro de jogadores de top para nos apercebermos da importância que o serviço e a resposta ao serviço têm no ténis actual. Podemos confirmar esta observação empírica através de diversos estudos. Segundo Shonborn (1999), no ténis profissional masculino, cada jogador dispõe, em média, de 1,05 a 3,4 pancadas para resolver o ponto. Em pisos duros, 62% dos pontos decidem-se no serviço ou na resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actualmente os jogadores mais eficazes ao nível do serviço apresentam características semelhantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gesto técnico de serviço optimizado em termos biomecânicos;&lt;br /&gt;- Servem frequentemente a velocidades superiores a 200 Km/h;&lt;br /&gt;- Muita precisão no controlo da bola;&lt;br /&gt;- Dominam (e variam frequentemente) os diferentes efeitos: chapado, slice e top-spin;&lt;br /&gt;- Variam frequentemente a zona para onde servem: aberto, ao corpo, ao centro.&lt;br /&gt;- Apostam frequentemente no “efeito surpresa”, principalmente em pontos importantes.&lt;br /&gt;- Servem muitas vezes “ao corpo” do adversário (principalmente com 1º serviço);&lt;br /&gt;- Utilizam “jogadas padrão”: serviço e primeira bola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relativamente à resposta ao serviço, também podemos encontrar semelhanças entre os jogadores especialistas neste gesto técnico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Respondem na zona da linha de fundo, e muitas vezes à frente da linha (principalmente na resposta ao 2º serviço);&lt;br /&gt;- Respondem com movimento dinâmico: na passada, de um apoio para o outro (quando respondem ao serviço dirigido ao centro ou aberto) e muitas vezes com um salto lateral com os dois apoios (quando respondem a serviço dirigido ao corpo).&lt;br /&gt;- Na resposta, principalmente ao 1º serviço, executam movimento curto, compacto e a “bloquear”.&lt;br /&gt;- Procuram responder com movimento de trás para a frente, tentando entrar na diagonal para “cortar” a trajectória da bola;&lt;br /&gt;- Procuram antecipar, em função da leitura da execução técnica do serviço, e do conhecimento que têm do adversário;&lt;br /&gt;- Possuem elevada velocidade de reacção;&lt;br /&gt;- Respondem com bolas rápidas e profundas;&lt;br /&gt;- Respondem frequentemente para o centro do campo (para correr menos riscos e não “abrir” o campo ao adversário),&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando trabalhamos com jovens tenistas, devemos ter a preocupação de lhes transmitir, desde cedo, os princípios técnicos e tácticos associados ao desenvolvimento do serviço e da resposta. Em nossa opinião, um jovem jogador que aspire a uma carreira profissional deve dominar, até aos 14 anos, todos os aspectos técnicos e tácticos atrás mencionados e deve estar treinado psicologicamente para valorizar a importância destes dois gestos técnicos. A optimização do serviço e da resposta depois desta idade deve estar relacionada, essencialmente, com o desenvolvimento das capacidades físicas (velocidade de reacção, potencia, etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é possível observar que, em termos internacionais, os melhores jogadores de sub 14 já possuem todas as soluções técnico-tácticas para o serviço e resposta, e já utilizam o serviço como “arma” para desequilibrar o jogo a seu favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste modo, para o desenvolvimento do serviço e da resposta, julgamos importante que os treinadores de jovens tenham as seguintes preocupações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No serviço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ensinar e optimizar em termos biomecânicos;&lt;br /&gt;- Ensinar todos os efeitos (chapado, top-spin, slice);&lt;br /&gt;- Desenvolver o controlo da bola para zonas pré-definidas;&lt;br /&gt;- Treino físico específico, direccionado essencialmente para a velocidade de execução/força explosiva;&lt;br /&gt;- Ensinar todas as variantes tácticas: 1º serviço, 2º serviço, colocação da bola, efeito utilizado, serviço-rede, serviço e golpe de fundo;&lt;br /&gt;- Ensinar/desenvolver a capacidade de jogar tacticamente com o serviço em função das características do adversário;&lt;br /&gt;- Sensibilizar, desde cedo, para a importância de não perder o jogo de serviço.&lt;br /&gt;- Treinar “jogadas padrão”;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na resposta ao serviço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ensinar/desenvolver a resposta ao serviço como um gesto técnico específico;&lt;br /&gt;- Ensinar/desenvolver diferentes tipos de resposta (slice, resposta agressiva, resposta defensiva);&lt;br /&gt;- Ensinar todas as variantes tácticas: resposta ao 1º serviço, resposta ao 2º serviço, resposta e subida à rede, resposta a um jogador de serviço-rede;&lt;br /&gt;- Ensinar/desenvolver a capacidade de jogar tacticamente com a resposta ao serviço em função das características do adversário;&lt;br /&gt;- Desenvolver uma resposta agressiva (dentro do campo e jogar a bola na subida);&lt;br /&gt;- Treino físico específico, direccionado essencialmente para desenvolvimento da velocidade de reacção;&lt;br /&gt;- Treinar “jogadas padrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sessão de treino o treinador deve ter as seguintes preocupações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Trabalhar serviço e resposta em todos os treinos;&lt;br /&gt;- Não deixar, por sistema, o treino do serviço/resposta para o final da sessão;&lt;br /&gt;- Dedicar cerca de 20% a 30% do tempo de treino para trabalhar estas duas situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora não sejam factores decisivos para o sucesso nos escalões mais jovens (principalmente nos sub 12), julgamos que os treinadores devem estar sensibilizados para a importância do treino do serviço e da resposta ao serviço desde idades precoces. Se isso não acontecer, poderemos estar a hipotecar irremediavelmente o futuro do jogador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RXpA3bqme1I/AAAAAAAAAAU/AzD5PkcRbY0/s1600-h/Pedro+Felner.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Pedro Felner&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;e-mail:&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@hotmail.com"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;pfelner@hotmail.com&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Tel: &lt;span style="color:#009900;"&gt;(+351) 919371824&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-116282910501808402?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/116282910501808402/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=116282910501808402&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116282910501808402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116282910501808402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/11/importancia-do-servio-e-da-resposta-ao_06.html' title='A IMPORTANCIA DO SERVIÇO E DA RESPOSTA AO SERVIÇO NA FORMAÇÃO DE JOVENS JOGADORES'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-116221561480415730</id><published>2006-10-30T13:24:00.000Z</published><updated>2006-12-11T17:07:24.616Z</updated><title type='text'>O MERCADO DE TRABALHO E A CARREIRA DE TREINADOR DE TÉNIS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1- Introdução&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ao longo dos últimos anos tenho tido o privilégio de trabalhar no ténis em diferentes áreas e, consequentemente, tenho tido a possibilidade de observar o mercado de trabalho e a realidade dos treinadores de ténis sobre diferentes perspectivas: como formador de técnicos, enquanto professor do ensino superior, como treinador e como director técnico de dois clubes, um direccionado para a formação/competição e outro para a área do lazer.&lt;br /&gt;A observação de diferentes realidades (e necessidades…) serviu de base para um trabalho que apresentei na 2ª Conferencia Internacional de Economia e Gestão do Desporto, em Rio Maior, no passado mês de Março. O objectivo era falar sobre o mercado de trabalho no ténis e sobre o futuro da carreira de treinador de ténis em Portugal. Aqui ficam alguns excertos dessa apresentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 - Áreas de Intervenção dos Treinadores de Ténis&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em termos de mercado de trabalho no ténis, podemos definir, de forma sintética, três áreas de intervenção:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ténis de Formação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: crianças e jovens&lt;br /&gt;2- &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Ténis de Lazer&lt;/strong&gt;:&lt;/span&gt; condição física, adultos, turismo&lt;br /&gt;3- &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ténis de Rendimento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: competição e alta-competição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3- Objectivos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada uma das três áreas atrás mencionadas, persegue objectivos diferenciados. Abaixo indico alguns dos objectivos e do trabalho a realizar em cada uma das 3 áreas de intervenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Ténis de Formação&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;- Motivar para a prática da modalidade;&lt;br /&gt;- Formação pessoal de crianças e jovens (regras, valores, etc..);&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Formação técnica, táctica, física e mental de base;&lt;br /&gt;- Iniciação à prática competitiva;&lt;br /&gt;- Desenvolver projectos relacionados com a promoção e divulgação da modalidade;&lt;br /&gt;- Detecção de talentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Ténis de Rendimento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Formação de atletas com vista ao alto rendimento desportivo;&lt;br /&gt;- Acompanhamento de atletas profissionais;&lt;br /&gt;- Selecções Nacionais;&lt;br /&gt;- Desenvolver projectos relacionados com o ténis de rendimento (em Clubes, Associações Regionais ou Federação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Ténis de Lazer&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Promoção da condição física e saúde;&lt;br /&gt;- Animação desportiva e turismo;&lt;br /&gt;- Aulas para adultos;&lt;br /&gt;- Desenvolvimento de projectos relacionados com o mercado do lazer (clínicas de ténis, férias desportivas, torneios sociais, promoção de estilos de vida saudável, etc.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4 – Competências dos Treinadores&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Deste modo, se diferentes áreas perseguem objectivos tão diferenciados, também as competências que se devem exigir aos treinadores devem ser diferentes em cada uma delas.&lt;br /&gt;Em baixo, procura-se discriminar alguns exemplos e mostrar como a importância de diferentes competências pode variar em função do trabalho que cada técnico realiza. Os valores têm um carácter subjectivo e servem apenas de referência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Competências no Ténis de Formação:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Experiência como jogador e/ou experiência continuada com a modalidade - &lt;strong&gt;1&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- Habilidades Pedagógicas - &lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Conhecimentos profundos na área do treino - &lt;strong&gt;2&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Competências no Ténis de Rendimento:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Experiência como jogador e/ou experiência continuada com a modalidade - &lt;strong&gt;3&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- Habilidades Pedagógicas - &lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Conhecimentos profundos na área do treino – &lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Competências no Ténis de Lazer:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Experiência como jogador e/ou experiência continuada com a modalidade -&lt;strong&gt; 2&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- Habilidades Pedagógicas - &lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Conhecimentos profundos na área do treino – &lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;LEGENDA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Relativamente Importante&lt;br /&gt;2 – Importante&lt;br /&gt;3 – Muito Importante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5 - Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, a grande maioria dos treinadores de ténis em Portugal trabalham na área da formação e do lazer. No entanto, todo o processo de formação é direccionado para o desenvolvimento de competências na área do rendimento. A nível federativo, por exemplo, em Portugal e na maioria dos outros países, quanto mais cursos federativos o treinador obtiver (nível I, II e III), mais habilitado está para treinar atletas de nível superior. Esta situação não vai ao encontro das necessidades do mercado e não promove o desenvolvimento de competências específicas em áreas essenciais para o desenvolvimento da modalidade. A formação de treinadores não deve estar associada à ideia de que o trabalho com competição/alta-competição equivalem ao “topo de carreira”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RXpA3bqme1I/AAAAAAAAAAU/AzD5PkcRbY0/s1600-h/Pedro+Felner.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Pedro Felner&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;e-mail:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@hotmail.com"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;pfelner@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tel: &lt;span style="color:#009900;"&gt;(+351) 919371824&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-116221561480415730?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/116221561480415730/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=116221561480415730&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116221561480415730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116221561480415730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/10/o-mercado-de-trabalho-e-carreira-de_30.html' title='O MERCADO DE TRABALHO E A CARREIRA DE TREINADOR DE TÉNIS'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-116215424327007519</id><published>2006-10-29T20:13:00.000Z</published><updated>2006-12-11T16:59:56.170Z</updated><title type='text'>A Flexão/Extensão de Pernas (Leg Drive) nos movimentos de potência no Ténis</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O movimento de flexão/extensão de pernas, é de extrema importância para o ganho de velocidade em qualquer movimento de potência que tem como extremidade os membros superiores. A extensão das pernas, quando bem coordenada dentro do movimento, inicia uma aceleração que se irá propagar ao longo do corpo na seguinte sequência: Joelhos – cintura pélvica – estrutura abdominal – cintura escapular – e finalmente, o braço seguido da raquete (no caso do ténis). Encontra-mos este padrão de execução em outros movimentos de lançamento em outras modalidades, apesar de haverem sempre ligeiras diferenças, características da especificidade de cada modalidade. Veja-se exemplos de execuções em outras modalidades, tais como o lançamento do dardo ou o remate de andebol...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falamos de movimentos de potência no ténis estamos basicamente a falar da direita e a esquerda batidas ou em topspin, e do serviço. As pernas desempenham um papel tão mais importante quanto maior for a componente angular do movimento, ou seja, no caso da nossa modalidade, quanto mais aberta for a posição de batimento (posição aberta ou semi-aberta – openstance ou semi-openstance).&lt;br /&gt;Este movimento é extremamente importante nas execuções técnicas acima referidas visto que irá aumentar o pré-alongamento de todos os músculos agonistas do movimento em causa, ou seja, os músculos da parte anterior do tronco se estivermos a falar da direita ou do serviço, ou os músculos da parte posterior do tronco, tratando-se de uma esquerda. No caso específico do serviço, podemos aumentar a potência do movimento de rotação interna em cerca de 20% se executarmos uma extensão de pernas eficiente (Besier et al, 1999), sabendo que este movimento é um dos principais responsáveis pela velocidade de bola de um serviço de alto nível (Sprigings et al., 1994; Bahamonde, 1998). A amplitude do movimento de flexão/extensão de pernas dentro de parâmetros correctos, associada a uma velocidade elevada de extensão das pernas, irá provocar também um ponto de batimento mais alto no serviço (Elliott &amp; Wood, 1983; Marshall &amp;amp; Elliott, 1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grau óptimo de flexão de pernas, varia de pessoa para pessoa, no entanto, deve estar perto da amplitude em que o mesmo atleta atinge valores superiores de força, o que ronda os 110 graus de amplitude interna do joelho. Este grau de flexão faz com que a potência de saída seja optimizada, potenciando os factores referidos anteriormente. Para que haja um real aproveitamento dos factores relacionados com os membros inferiores, tem que haver uma ligação entre os membros inferiores e os membros superiores que suportam a raquete. Aqui, a estrutura abdominal e a coordenação têm um papel determinante! É preciso perceber se a flexão/extensão das pernas está ou não ligada com o tronco e membros superiores de uma forma sequencial, caso contrário, a energia gerada em baixo não terá consequências em cima. Outro factor determinante é a força existente ao nível abdominal. Esta tem de provocar uma estabilização adequada da bacia de modo a podermos transferir energia, no entanto, os músculos mais superficiais têm de ser trabalhados de uma forma dinâmica de modo a serem o mais explosivos possível durante uma execução de um movimento, quando se pretende que este seja explosivo. Assim, o trabalho nesta zona deve-se basear num trabalho de estabilização (core stability) para os músculos profundos, e um trabalho explosivo para os músculos superficiais, de modo a tirarmos o maior rendimento dos padrões técnicos do atleta, se estes estiverem correctamente desenvolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que os factores acima mencionados funcionem em harmonia, é necessário que o atleta esteja sempre em equilíbrio, razão pela qual a base (afastamento das pernas) é fundamental em todos os batimentos, principalmente quando falamos da direita e da esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando é que devemos começar a preocupar-nos com o desenvolvimento destes factores? Quais é que aparecem naturalmente? E quando?... Falaremos sobre isso numa próxima ocasião… &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3887/4007/1600/832246/eu.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;César Coutinho&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Site:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;www.cesarcoutinho.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mail:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;ccoutinho@fmh.utl.pt&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tel:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;(+351)938663063&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-116215424327007519?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/116215424327007519/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=116215424327007519&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116215424327007519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116215424327007519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/10/flexoextenso-de-pernas-leg-drive-nos.html' title='A Flexão/Extensão de Pernas (Leg Drive) nos movimentos de potência no Ténis'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-116170511570818695</id><published>2006-10-24T16:48:00.000+01:00</published><updated>2006-12-11T17:08:19.935Z</updated><title type='text'>MINI-TÉNIS - ETAPA DECISIVA NA  FORMAÇÃO DO JOVEM TENISTA (PARTE III)</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Continuação)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10. Organização da aula&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- Promover ao máximo de tempo útil de prática.&lt;br /&gt;- Organizar duas a três áreas dentro da mesma aula, onde os alunos realizem diferentes tarefas ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;- Procurar utilizar diferentes estilos de ensino (ensino recíproco, tarefa, comando directo, resolução de problemas, descoberta guiada, etc.)&lt;br /&gt;- Exemplo de organização de uma aula: 1 área onde os alunos executam serviços para uma zona marcada; 1 área onde os alunos cooperam uns com os outros para aperfeiçoamento técnico de direita e esquerda; 1 área onde os alunos jogam em oposição em campo reduzido. Treinador supervisiona toda a actividade (ensina, corrige, organiza).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11. Exemplo de uma aula tipo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- Parte Inicial (15`): Recepção dos alunos = informar sobre objectivos = aquecimento (lúdico) = Trabalho de coordenação, velocidade e agilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Parte Fundamental (25`): trabalho técnico-táctico (preferencialmente organizado por áreas com tarefas distintas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Parte Final (10`): Situação lúdica e divertida (jogo) = exercícios lúdicos para desenvolvimento da força, flexibilidade = Balanço da aula e lançamento da aula seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12. Preocupações pedagógicas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- Motivar e questionar (utilizar predominantemente feed-back positivo e interrogativo);&lt;br /&gt;- Planear a sessão e evitar improvisar;&lt;br /&gt;- Dominar as progressões de aprendizagem;&lt;br /&gt;- Propor exercícios em função dos objectivos que se pretendem atingir;&lt;br /&gt;- Utilizar material didáctico apelativo (cones, arcos, bolas com diferentes cores, etc.);&lt;br /&gt;- Definir objectivos com os alunos no início da sessão e fazer um balanço no final;&lt;br /&gt;- Demonstrações lentas, breves e claras;&lt;br /&gt;- Ter em atenção os factores de segurança;&lt;br /&gt;- Valorizar o empenhamento dos alunos;&lt;br /&gt;- Promover a autonomia e auto-confiança dos alunos;&lt;br /&gt;- Terminar sempre a sessão com uma situação lúdica e divertida;&lt;br /&gt;- Transmitir os conteúdos de forma simples;&lt;br /&gt;- Para ensinar, utilizar predominantemente a demonstração (imagem visual);&lt;br /&gt;- Estimular e transmitir entusiasmo pela prática desportiva;&lt;br /&gt;- Ter paciência e criatividade;&lt;br /&gt;- Promover o sucesso dos alunos adaptando as tarefas às suas capacidades;&lt;br /&gt;- Promover o fair-play.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13. Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Alguns treinadores têm como principal preocupação colocar os seus alunos a jogar, o mais precocemente possível, num campo de dimensões oficiais. Este é, quanto a nós, um erro que pode constituir um factor limitativo da evolução do jogador a médio e longo prazo. Para além disso, pode constituir um possível factor de desmotivação e consequente desistência da modalidade. Por outro lado, a aquisição da técnica é dificultada e o desenvolvimento das noções tácticas de jogo são praticamente nulas, resumindo-se à preocupação de colocar a bola do outro lado da rede.&lt;br /&gt;No entanto, e segundo Crespo (1989), o mini-ténis tem de ser considerado um meio, e nunca um fim, para que os jogadores aprendam habilidades gerais e estejam mais bem preparados para começar a jogar ténis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RXpA3bqme1I/AAAAAAAAAAU/AzD5PkcRbY0/s1600-h/Pedro+Felner.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Pedro Felner&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;e-mail:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@hotmail.com"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;pfelner@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tel: &lt;span style="color:#009900;"&gt;(+351) 919371824&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-116170511570818695?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/116170511570818695/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=116170511570818695&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116170511570818695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116170511570818695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/10/mini-tnis-etapa-decisiva-na-formao-do_24.html' title='MINI-TÉNIS - ETAPA DECISIVA NA  FORMAÇÃO DO JOVEM TENISTA (PARTE III)'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-116146540158604399</id><published>2006-10-21T22:07:00.000+01:00</published><updated>2006-12-11T17:09:05.883Z</updated><title type='text'>MINI-TÉNIS - ETAPA DECISIVA NA  FORMAÇÃO DO JOVEM TENISTA (PARTE II)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/minideux[1].4.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/320/minideux%5B1%5D.4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Continuação)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7. O desenvolvimento das capacidades físicas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Dar prioridade ao desenvolvimento da coordenação, velocidade e agilidade;&lt;br /&gt;- Trabalhar força geral (peso do próprio corpo) e flexibilidade;&lt;br /&gt;- O treino físico deve ser realizado através de exercícios lúdicos e competitivos, sempre que possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8. O desenvolvimento psicológico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Promover o divertimento;&lt;br /&gt;- Motivar os alunos;&lt;br /&gt;- Desenvolver a capacidade de focalização/concentração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9. Progressões de aprendizagem&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- Domínio da raquete e bola;&lt;br /&gt;- Aprendizagem dos pressupostos técnicos essenciais;&lt;br /&gt;- 1+1 (cooperação) sem rede;&lt;br /&gt;- 1+1 (cooperação) com rede;&lt;br /&gt;- 1x1 (oposição) com rede;&lt;br /&gt;- Aumentar a complexidade dos exercícios (exemplo: situações de jogo condicionado).&lt;br /&gt;- Introduzir as 5 situações de jogo e respectivas variáveis.&lt;br /&gt;- Aumentar progressivamente o tamanho do campo e a altura da rede;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RXpA3bqme1I/AAAAAAAAAAU/AzD5PkcRbY0/s1600-h/Pedro+Felner.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Pedro Felner&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;e-mail:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@hotmail.com"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;pfelner@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tel: &lt;span style="color:#009900;"&gt;(+351) 919371824&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-116146540158604399?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/116146540158604399/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=116146540158604399&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116146540158604399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116146540158604399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/10/mini-tnis-etapa-decisiva-na-formao-do_21.html' title='MINI-TÉNIS - ETAPA DECISIVA NA  FORMAÇÃO DO JOVEM TENISTA (PARTE II)'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-116126758339840970</id><published>2006-10-19T15:16:00.000+01:00</published><updated>2006-10-19T15:19:43.410+01:00</updated><title type='text'>"Triângulo Desportivo"</title><content type='html'>A tríade treinador/pai/atleta ou o “Triangulo Desportivo” como lhe queiramos chamar, assenta num pressuposto de que as inter-relações entre o treinador e o atleta, o atleta e o pai e o treinador e o pai são inevitáveis. Alguns podem discordar que os treinadores, como forma de serem eficazes, devem relacionar-se da melhor forma apenas com os atletas. E sim, se por um lado o treinador tem a função de ensinar o atleta o melhor possível para que este possa desenvolver-se harmoniosamente como jogador e como pessoa, e ao atleta lhe compete aprender e respeitar o treinador, “…por outro aos pais cabe-lhes acompanhar o atleta e fazer parte da equipa” (Lee, M 1998).No entanto, quando discutindo o envolvimento dos pais no ténis ou noutra modalidade, as emoções tomam lugar, “Os miúdos são impecáveis, os pais é que são os agentes causadores de problemas..por mim expulsava-los a todos”. Tais comentários reflectem a visão de enumeros treinadores.Os treinadores que comunicam com os pais podem evitar conflitos, falando e ouvindo-os de forma a atingir compreensão e respeito, aumentando a hipóteses de atingir os objectivos definidos.&lt;br /&gt;Como disseram e muito bem César Coutinho e Pedro Felner e passo a citar “Em nossa opinião, os pais, não tendo conhecimentos específicos na área do ensino/treino e nos aspectos relacionados com a formação desportiva de jovens, não têm a "obrigação" de conhecer os princípios que devem reger a sua intervenção no processo”. Por isso, o treinador de forma a cultivar cuidadosamente a sua relação com os pais deve ensinar alguns princípios, esses que foram bem enumerados por César Coutinho e Pedro Felner.Para finalizar este post que já vai em alguma extensão, deixo apenas algumas das razões pelas quais acontecem problemas com os pais e algumas formas de resolver problemas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Problemas&lt;br /&gt;-A maioria não está informada acerca da modalidade.&lt;br /&gt;-Alguns perdem a perspectiva do que é o ténis.&lt;br /&gt;-Alguns pais sentem-se usados e pouco reconhecidos, pelo atleta e treinador.&lt;br /&gt;-Alguns pais querem tomar o lugar do treinador.&lt;br /&gt;-Alguns pais sentem que o treinador está a tomar o seu lugar.&lt;br /&gt;-Não há comunicação ou há pouca comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formas de resolver conflitos e prevenir problemas&lt;br /&gt;-Informar os pais acerca da filosofia e objectivos do treinador.&lt;br /&gt;-Informar os pais do que é esperado deles e do seu filho.&lt;br /&gt;-Ouvir as preocupações e objectivos dos pais.&lt;br /&gt;-Estabelecer linhas resistentes de comunicação pai/treinador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pergunta a um grupo de treinadores qual a parte mais desafiadora do seu trabalho e eles provavelmente escreverão, os pais”. (Hooper, 1990)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Correia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-116126758339840970?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/116126758339840970/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=116126758339840970&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116126758339840970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116126758339840970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/10/tringulo-desportivo.html' title='&quot;Triângulo Desportivo&quot;'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-116126793635219079</id><published>2006-10-19T15:04:00.000+01:00</published><updated>2006-12-11T17:00:41.685Z</updated><title type='text'>MINI-TÉNIS - ETAPA DECISIVA NA  FORMAÇÃO DO JOVEM TENISTA (PARTE I)</title><content type='html'>É importante, para qualquer treinador que trabalhe com jovens, estar informado relativamente às mudanças físicas, emocionais e cognitivas que ocorrem ao longo das diferentes etapas de desenvolvimento (pré-puberdade, puberdade e pós-puberdade), e estruturar o ensino/treino para que este se adapte às necessidades de cada etapa de formação (Bompa, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos treinar crianças como se estas fossem adultos em miniatura. Não é a criança que se tem de adaptar a um jogo que foi pensado para adultos. Devemos ter a capacidade de o adaptar às suas necessidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mini-ténis é, na sua essência, a adaptação do contexto de aprendizagem ás necessidades e características dos jovens que iniciam a prática da modalidade. Por adaptação do contexto de aprendizagem, entende-se, o ténis jogado em campo reduzido, com uma rede mais baixa, uma bola mais lenta e uma raquete mais pequena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste artigo vamos procurar caracterizar o mini-ténis, enquanto etapa de formação do jovem tenista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. A quem se destina?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É especialmente vocacionado para os jogadores mais jovens, embora seja adequado a diversos níveis de jogo e a todas as idades, como forma de diversão e para facilitar a aprendizagem dos gestos técnicos e noções tácticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Quais as vantagens?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Faz do ténis um desporto mais fácil e divertido;&lt;br /&gt;- Motiva os alunos e fideliza-os à modalidade;&lt;br /&gt;- Ajuda à promoção da modalidade (pode ser facilmente praticado na rua, nas escolas, etc.);&lt;br /&gt;- Permite detectar, desde cedo, jovens talentos;&lt;br /&gt;- Facilita a aprendizagem técnico-táctica;&lt;br /&gt;- Permite colocar mais alunos por campo, rentabilizando o espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Objectivos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- Motivar os alunos para o ténis;&lt;br /&gt;- Promover o divertimento;&lt;br /&gt;- Desenvolver os pressupostos técnicos essenciais;&lt;br /&gt;- “Ensinar a jogar” (táctica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. Contexto de aprendizagem&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Campo reduzido e rede mais baixa: o tamanho do campo e a altura da rede devem ser definidos em função das capacidades dos alunos e dos objectivos pretendidos (tentar adaptar a potencia dos gestos técnicos às habilidades coordenativas e aos níveis de força dos alunos);&lt;br /&gt;- Bola “soft”: o menor ressalto e velocidade da bola permite aos alunos um maior sucesso na execução das tarefas;&lt;br /&gt;- Raquete pequena: a menor distancia entre a mão e o ponto de impacto da raquete na bola facilita a execução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. Metodologia de ensino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ensino direccionado para a tarefa. Privilegiar o método de ensino global e os exercícios “abertos”, através de situações de jogo com oposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6. O treino técnico-táctico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- Nesta etapa devem reduzir-se ao máximo os exercícios específicos relacionados com o desenvolvimento da técnica;&lt;br /&gt;- Tentar desenvolver os pressupostos técnicos essenciais (rotação do tronco, ponto de impacto, equilíbrio, jogo de pés básico) para os alunos terem sucesso nas tarefas propostas;&lt;br /&gt;- A técnica deve ser encarada como um meio para… e não como um fim.&lt;br /&gt;- Procurar utilizar o método global para aprendizagem técnica.&lt;br /&gt;- Procurar introduzir todos os gestos técnicos básicos (serviço, direita, esquerda, volei e smash);&lt;br /&gt;- Utilizar predominantemente exercícios “abertos” que obriguem os alunos a tomar decisões;&lt;br /&gt;- Introduzir gradualmente as cinco situações de jogo do ténis: serviço, resposta ao serviço, dois jogadores ao fundo, jogador ao fundo e adversário na rede e jogador na rede e adversário ao fundo;&lt;br /&gt;- Introduzir as noções de jogo neutro, ataque, defesa e contra-ataque;&lt;br /&gt;- Procurar explorar os espaços vazios, dominando o campo lateralmente e em profundidade;&lt;br /&gt;- Desenvolver distancia, direcção, altura e velocidade da bola;&lt;br /&gt;- Desenvolver a percepção e antecipação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RXpA3bqme1I/AAAAAAAAAAU/AzD5PkcRbY0/s1600-h/Pedro+Felner.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Pedro Felner&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;e-mail:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@hotmail.com"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;pfelner@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Tel:&lt;/span&gt; (+351) 919371824&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-116126793635219079?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/116126793635219079/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=116126793635219079&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116126793635219079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116126793635219079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/10/mini-tnis-etapa-decisiva-na-formao-do.html' title='MINI-TÉNIS - ETAPA DECISIVA NA  FORMAÇÃO DO JOVEM TENISTA (PARTE I)'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-116104512588127234</id><published>2006-10-17T01:14:00.000+01:00</published><updated>2006-12-09T09:01:25.077Z</updated><title type='text'>A importância do pé de trás na execução do serviço</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quando analisamos tecnicamente os nossos jogadores, há muitas vezes tendência para nos concentrarmos demasiado nas questões finais, ou seja, mais perto do instante de contacto com a bola, visto que estes factores, de um modo geral, são mais observáveis e parecem estar mais relacionados com o rendimento do gesto técnico. No entanto, quando falamos de análise técnica (biomecânica), temos de ter em atenção que quase todas as acções têm outras que as precedem, e que têm directa influência na qualidade e resultado das acções seguintes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje gostava de focar um aspecto que na minha opinião, é uma questão muito simples de ser trabalhada, mas que está longe de ser optimizada nos movimentos de serviço de atletas de todas as idades que tenho observado nos diversos torneios, tanto em Portugal como no estrangeiro – a colocação do pé de trás no movimento de serviço.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De um modo geral os jogadores podem usar dois tipos de técnicas quanto à posição dos pés na fase preparatória do serviço – Técnica com o pé atrás ou aproximação do pé de trás ao pé da frente (foot-back e foot-up respectivamente). Neste momento alguns jogadores estão a adoptar uma posição de início intermédia entre as duas (Roddick). Qualquer que seja a forma usada, o pé de trás tem de desempenhar um papel importante no desenvolvimento da velocidade vertical, ou seja, da impulsão (Elliott &amp; Wood, 1983). Elliott &amp;amp; Wood (1983) verificaram que a técnica de aproximação dos dois pés produz maiores forças verticais de reacção ao solo, o que provoca um ponto de batimento um pouco mais alto relativamente à técnica com o pé atrás. Por outro lado, o facto de haver mais forças verticais vai fazer com que haja um maior aproveitamento da energia elástica ao nível do tronco e dos membros superiores. No entanto, sabemos que a técnica com o pé atrás dá uma maior estabilidade, facilitando ao atleta uma execução correcta de todos os outros factores relacionados com o tronco e com os membros superiores. Qualquer que seja a estratégia usada, devemos assegurar que a perna de trás produz energia contra o solo na fase de impulsão, visto que esta mesma energia irá provocar não só um ponto de impacto mais elevado, como também um maior aproveitamento do movimento de rotação interna do braço que é um dos principais responsáveis pela aceleração do serviço.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O uso da perna de trás, provoca a seguinte reacção em cadeia:&lt;br /&gt;Força exercida na perna de trás = maior elevação global do corpo = elevação da anca de trás = elevação do ombro da raquete = maior participação do movimento de rotação interna do braço = maior velocidade de bola.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O uso não adequado da respectiva perna tem o seguinte efeito:&lt;br /&gt;Não elevação da anca direita = não elevação do ombro direito = menor participação do movimento de rotação interna do braço = maior carga exercida na articulação do ombro e do cotovelo = menor rendimento no serviço e maior probabilidade de lesões no ombro e no cotovelo a médio e longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De referir que quando há um avanço deste mesmo pé para junto do da frente (técnica foot-up), a linha formada pelos calcanhares dos dois pés deve estar direccionada para o campo do adversário, de modo a que as acções realizadas ao nível do tronco e membros superiores apresentem a maior eficácia possível. Por outro lado, se não houver esta posição dos pés, a transferência de energia dos membros inferiores para os superiores, não será a melhor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com as considerações acima apresentadas, a técnica que escolherem, terá de estar adaptada às características do jogador e à fase de desenvolvimento em que se encontra no que se refere à aprendizagem e evolução do gesto técnico. No entanto, qualquer que seja a situação, o pé de trás tem de exercer força contra o solo na fase de impulsão de modo a rentabilizar todo o movimento de serviço. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3887/4007/1600/832246/eu.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 130px; CURSOR: hand; HEIGHT: 95px" height="104" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3887/4007/200/733620/eu.jpg" width="157" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;César Coutinho&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Site:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;www.cesarcoutinho.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mail:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;ccoutinho@fmh.utl.pt&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tel:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;(+351)938663063&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-116104512588127234?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/116104512588127234/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=116104512588127234&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116104512588127234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116104512588127234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/10/importncia-do-p-de-trs-na-execuo-do.html' title='A importância do pé de trás na execução do serviço'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35932315.post-116077570395392918</id><published>2006-10-13T22:16:00.000+01:00</published><updated>2006-12-09T09:08:20.332Z</updated><title type='text'>O Papel do Treinador na mediação da relação entre os pais e o jovem atleta</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/imagem%20pais%20blog.2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/320/imagem%20pais%20blog.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O sucesso desportivo do jovem atleta depende, em grande parte, da harmonia da relação entre os pais e o atleta. Todos nós já nos deparámos com a dificuldade de lidar com pais que, ao não adoptarem os comportamentos e atitudes adequadas, põem em causa o nosso trabalho e, mais grave, não promovem o "equilibrio" necessário para o atleta desenvolver as suas competências. Em nossa opinião, os pais, não tendo conhecimentos especificos na área do ensino/treino e nos aspectos relacionados com a formação desportiva de jovens, não têm a "obrigação" de conhecer os principios que devem reger a sua intervenção no processo. Nós, treinadores, é que temos o dever de os ensinar... ou pelos menos tentar!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui ficam alguns dos principios que, em nossa opinião, devem ser seguidos pelos treinadores, de forma a enquadrar correctamente os pais na actividade desportiva dos filhos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Implicar os pais no processo, fazendo-os sentir como parte integrante da "equipa";&lt;br /&gt;- Definir claramente, junto deles, quais as competencias da cada um dos intervenientes no processo (atleta, treinador e pais);&lt;br /&gt;- Sensibilizá-los para algumas das particularidades e regras da modalidade;&lt;br /&gt;- Informá-los sobre o trabalho que o treinador está a realizar e quais os objectivos a atingir;&lt;br /&gt;- Ensiná-los a agir correctamente nos diversos contextos da actividade desportiva dos filhos: no treino, antes da competição, durante a competição e depois da competição.&lt;br /&gt;- Alertá-los para a importância da competição no processo de formação e para os aspectos pedagógicos que devem ser tidos em consideração para que esta não se torne uma fonte de ansiedade e mau estar no atleta.&lt;br /&gt;- Aproveitar as competições para "ensiná-los" a agir de forma correcta nos diferente contextos;&lt;br /&gt;- Identificar os comportamentos dos pais que dificultam o trabalho realizado pelo treinador e prejudicam o desenvolvimento do jovem atleta e procurar intervir de forma pedagógica;&lt;br /&gt;- Ajudá-los a definir objectivos pessoais relacionados com o comportamentos que devem ter, junto da actividade desportiva dos filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RXpA3bqme1I/AAAAAAAAAAU/AzD5PkcRbY0/s1600-h/Pedro+Felner.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5006385256839150418" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 97px; CURSOR: hand; HEIGHT: 125px" height="139" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RXpA3bqme1I/AAAAAAAAAAU/AzD5PkcRbY0/s200/Pedro+Felner.jpg" width="108" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Pedro Felner&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;e-mail: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:pfelner@hotmail.com"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;pfelner@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35932315-116077570395392918?l=coachingapproach.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coachingapproach.blogspot.com/feeds/116077570395392918/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35932315&amp;postID=116077570395392918&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116077570395392918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35932315/posts/default/116077570395392918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coachingapproach.blogspot.com/2006/10/o-papel-do-treinador-na-mediao-da.html' title='O Papel do Treinador na mediação da relação entre os pais e o jovem atleta'/><author><name>César Coutinho e Pedro Felner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00719756676109480294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://photos1.blogger.com/blogger/3887/4007/1600/1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_4sLPVsmRBeU/RXpA3bqme1I/AAAAAAAAAAU/AzD5PkcRbY0/s72-c/Pedro+Felner.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
